Diario de Pernambuco
Diario de Pernambuco
Digital Digital Digital Digital
Digital Digital Digital Digital
Notícia de Política

ENEM

Bolsonaro diz que ditadura faz parte da história e que se pudesse mexeria no Enem

Publicado em: 24/11/2021 20:25

 (Chefe do Executivo ainda ironizou a imprensa, dizendo que jornalistas certamente errariam questões relativas ao tema. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Chefe do Executivo ainda ironizou a imprensa, dizendo que jornalistas certamente errariam questões relativas ao tema. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O presidente Jair Bolsonaro afirmou que quer “começar a história do zero” nas escolas ao relembrar a ditadura militar. As declarações foram concedidas no Palácio do Planalto, durante a solenidade do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares, nesta quarta-feira (24).

”Acusaram a mim e ao ministro (da Educação, Milton Ribeiro) de interferir no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Se eu pudesse interferir, pode ter certeza que a prova estaria marcada para sempre. Teriam questões objetivas de fato. Saiu na imprensa que eu queria questão de ditadura militar. Não vou discutir sobre ditadura militar, mas colocaria, sim, uma questão se pudesse: 'Quem foi o primeiro general a assumir em 1964?' Foi Castelo Branco. 'Em que data?' Eu duvido que a impressa ia acertar. Eu acho que o pessoal da imprensa ia errar, acho não, tenho certeza. O que eu quero com isso não é discutir o período militar, é começar a história do zero”, afirmou.

A proposta do governo era implantar 216 Escolas Cívico-Militares em todo o país, até 2023, sendo 54 por ano, contudo, até o momento a meta não foi atingida.
Os comentários abaixo não representam a opinião do jornal Diario de Pernambuco; a responsabilidade é do autor da mensagem.
Erupção de vulcão na ilha de Java deixou 34 mortos
Manhã na Clube: entrevistas com Teresa Leitão (PT/PE), Almir Mattias e Renata Berenguer
Laboratório anuncia teste para diferenciar o coronavírus da gripe A e B
Manhã na Clube: entrevistas com Alberto Feitosa (PSC), Márcia Horowitz e Andreia Rodrigues
Grupo Diario de Pernambuco