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Política
COSTURAS

'Com Bolsonaro no PSL, o apoio total será a ele', dispara presidente estadual do PSL

Publicado: 21/06/2021 às 10:01

/Redes sociais/ Reprodução

(Redes sociais/ Reprodução)

O presidente estadual do PSL, Frederico França, revelou hoje que Bolsonaro (sem partido) teria a opção de retornar à sua antiga sigla em 2022, denotando que as portas do partido estariam abertas para Jair. “Com Bolsonaro no PSL, o apoio total será a ele”, assinalou. As falas foram feitas em entrevista ao Manhã na Clube, da Rádio Clube AM. O programa é comandado pelo titular da coluna Diario Político, Rhaldney Santos.

Caso Bolsonaro não retorne ao seu antigo partido, Frederico afirmou que a legenda ainda estudaria suas possibilidades, mas descartou  qualquer possibilidade de alinhamento com o PT, estadual e nacionalmente. “Levando em consideração os projetos políticos do PSL é praticamente impossível qualquer alinhamento que envolva o PT”, cravou.

O presidente comentou que o PSL não deve lançar candidatura própria, mas está em diálogo com partidos de centro e direita para debater projetos e decidir em que palanque estará. “Se os partidos tiverem união e levantarem um nome forte, que venha fazer diferença em 2022, o PSL estará junto”, assinalou. Quando questionado sobre um eventual segundo turno entre Lula e Bolsonaro, Frederico afirmou que o partido ainda estuda as possibilidades, mas descartou, novamente, qualquer apoio ao PT. “Não vamos apoiar candidatos divergentes ao PSL. A gente já pode descartar o Lula, as ideias do PSL e do PT são totalmente antagônicas”, pontuou.

Sob contextos pernambucanos, o governador Paulo Câmara deu um aceno ao PSL, ao pedir ao presidente nacional da sigla, Luciano Bivar, uma indicação para a direção do Porto do Recife. França afirmou que esse gesto não impacta nas costuras de 2022. “Não tem acordo com o PSB local ou nacional. A indicação dele foi meramente técnica”, assinalou.  Frederico afirmou que o PSL não estaria no mesmo palanque que o PT, algo que o PSB tem costurado à caminho. “O PSB há muitos anos vem trabalhando junto com o PT e outros partidos de esquerda”, explicou.
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