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Eleição

Candidata Marília Arraes (PT) defende realocação do Complexo do Curado

Publicado em: 05/10/2020 16:17 | Atualizado em: 05/10/2020 17:00

 ( Foto: Marlon Diego/Esp.DP)
Foto: Marlon Diego/Esp.DP
Localizado na Zona Oeste do Recife, o Complexo do Curado, antigo Presídio Professor Aníbal Bruno, leva insegurança para mais de 200 mil pessoas que estão distribuídas em bairros como Totó, Curado, Sancho e Jardim Planalto. Outro fator de destaque é da precariedade em que os presos se encontram devido à superlotação do local. Caso eleita, a deputada federal Marília Arraes (PT) afirma que uma de suas iniciativas será exigir do estado a realocação do Complexo do Curado.

"Um equipamento desses não tem mais sentido estar no meio de um lugar tão habitado. Ele precisa ser realocado, para dar segurança às comunidades e às famílias, mas também para dar mais dignidade aos presos e suas famílias. O Estado teve mais de R$ 200 milhões para gastar na Arena da Copa. Por isso o Estado tem que colocar, sim, no seu planejamento a necessidade de fazer um novo presídio e desativar o atual que está em meio ao comércio e a milhares de residências de famílias", criticou a candidata.

Inaugurado em seis de março de 1979, o Presídio do Recife, como era chamado inicialmente, veio a se chamar Aníbal Bruno 40 anos após sua inauguração. Em 2012, passou a ser o Complexo do Curado, possuindo, atualmente, três unidades prisionais, que são: Frei Damião de Bozzano, Juiz Antônio Luiz Lins de Barros e ASP Marcelo Francisco de Araújo.

Tendo completado 40 anos em 2019, o Complexo do Curado soma diversos casos de rebeliões, massacres, fulgas, além da superlotação que mantém os presos em condições de extrema vulnerabilidade. O espaço, criado para abrigar mil pessoas, hoje mantêm mais de 5 mil presos, chegando a ser considerado a pior penitenciária do Brasil pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

"O antigo Aníbal Bruno se transformou em manchete nacional por ser um presídio construído para 1 mil pessoas, mas que chegou a 4 mil presos. Depois de algumas reformas, na verdade algumas gambiarras, ele se transformou no complexo prisional do Curado e hoje tem praticamente 6 mil pessoas lá dentro numa situação de superlotação", concluiu a petista.
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