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EMMANUEL MACRON

França propõe a Ucrânia intermediar a volta das negociações de paz

Publicado em: 15/06/2022 16:08

 (Foto: AFP)
Foto: AFP
Nesta quarta-feira (15), durante sua visita à Romênia, o presidente da França Emmanuel Macron declarou que se ofereceu para a mediação nos diálogos de paz e no processo das rodadas de negociação entre a Ucrânia e a Rússia. “Queremos a paz, o que significa que, quando chegarmos a um cessar-fogo, as discussões devem ser retomadas. O presidente ucraniano vai ter de negociar com a Rússia, e nós, europeus, estaremos presentes nessa mesa para oferecer garantias de segurança”, anunciou Macron.
 
O líder francês também se reuniu com o presidente da Romênia, Klaus Iohannis, e realizaram em conjunto uma coletiva à imprensa, na qual Macron reafirmou que a hostilidade duradoura com Moscou não era uma solução viável de longo prazo para a segurança da Europa. “Nós, europeus, compartilhamos um continente com a Rússia, e a geografia é teimosa. A Rússia está aqui hoje, vai estar aqui amanhã e esteve aqui ontem”, acrescentou.
 
O presidente da França ainda participou de encontros com várias autoridades políticas romenas e, além disso, se encontrou com as forças francesas que estão na base militar de Mihail Kogalniceanu e integram o contingente de apoio às tropas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) no Leste Europeu. No discurso que proferiu em Kogalniceanu, Macron elogiou a presença dos 500 soldados franceses na Aliança Atlântica. “A presença dos militares da França são uma clara mensagem de compromisso com a política do bloco europeu”, assegurou. 
 
Por outro lado, a Rússia considera a escalada de forças militares da OTAN no Leste Europeu como uma confirmação de hostilidade da União Europeia em relação a Moscou e uma possível invasão de suas fronteiras. O presidente Vladimir Putin acusa as nações ocidentais de alimentar o conflito em vez de encorajar Kiev a buscar uma solução pacífica para ele. Já a Aliança alega que o aumento das tropas na região é imprescindível para impedir e poder enfrentar um suposto ataque dos russos. 
 
Após a visita de Emmanuel Macron à Romênia, ele seguirá para Kiev, aonde irá se reunir com o presidente da Ucrânia, Vladimir Zelensky, o chanceler da Alemanha Olaf Scholz e o premiê da Itália Mario Draghi.
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