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REUNIÃO

Rússia afirma que com recuperação da economia a OPEP+ estabiliza o petróleo

Publicado em: 13/10/2021 17:34

 (Foto: Alexey Nikolsky/Sputnik/AFP)
Foto: Alexey Nikolsky/Sputnik/AFP
Na reunião plenária da Semana da Energia da Rússia, que acontece entre os dias 13 a 15
de outubro em Moscou, o presidente russo Vladimir Putin, declarou que os países da
OPEP+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo e parceiros) estão sendo
capazes de instituir uma cooperação eficiente e assegurar a estabilidade do segmento
petrolífero diante da pandemia na atual etapa de recuperação da economia global.  "Os acordos estabelecidos anteriormente no formato da OPEP desempenharam então um
papel fundamental na estabilização do mercado petrolífero. Os países integrantes da
OPEP e as nações que não fazem parte da organização conseguiram formar uma
colaboração eficaz ante a pandemia e assegurar a estabilidade da indústria petrolífera", apontou Putin em referência ao painel que se apresentava no ano passado.
 
Putin ainda acrescentou que em 2020 na primavera (Hemisfério Norte) o setor
petrolífero registrou uma situação absolutamente única, em que pela primeira vez na
história o preço do petróleo atingiu valores negativos e que naquele período o papel
fundamental na estabilização do mercado petrolífero foi desempenhado pelos acordos
no formato da OPEP . "Atualmente em uma fase de recuperação da economia mundial e da demanda de petróleo, os nossos países também estão estabilizando o mercado e os níveis de preços, aumentando rápida e oportunamente a produção e a oferta de petróleo", observou.
 
Além disso, o chefe de Estado russo classificou de "absurdo completo, delírio e
palavreado político sem fundamento"; as alegações de que a Rússia estaria usando o gás como arma e destacou que seu país é membro responsável da OPEP e espera que o
acordo petrolífero da organização permaneça em vigor até o final de 2022.
 
Controverso Gasoduto Russo-Alemão
 
No início de outubro, a empresa operadora do Nord Stream 2 (Corrente do Norte 2)
comunicou que a primeira linha do gasoduto começou a receber gás. O Nord Stream 2
prevê a construção de duas linhas de gasoduto com uma capacidade total de 55 bilhões
de metros cúbicos de gás por ano, desde a costa russa, através do mar Báltico, até a
Alemanha.
 
O projeto está sendo implementado pela Nord Stream 2 AG junto com o único acionista, a Gazprom, e tem causado há anos tensão e polêmica. Segundo os críticos, o Nord Stream deixará as nações européias mais dependentes de Moscou.
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