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Biden aponta os rumos de sua política externa com a China

Publicado em: 29/12/2020 19:02

 (Foto: AFP)
Foto: AFP
Em um comunicado à imprensa, o presidente eleito norte-americano, Joe Biden, expressou que pretende compor uma coalizão com nações de ideologias similares para poder enfrentar a China. Biden já havia, inclusive, declarado anteriormente que não planejava interromper imediatamente os conflitos comerciais travados entre os Estados Unidos e o Governo de Pequim. "À medida que competimos com a China para responsabilizar o seu governo por abusos comerciais, tecnológicos, de direitos humanos e outros, nossa posição seria muito mais forte se construirmos coalizações com parceiros e aliados de ideais semelhantes que façam causa comum conosco em defesa de nossos interesses comuns e nossos valores compartilhados", afirmou.

A medida adotada por Joe Biden segue as orientações dos membros de suas equipes de Segurança Nacional e de Política Externa, em relação aos desafios que a nova administração deverá enfrentar. Além disso, Biden acrescentou que a coalização com outras democracias em confronto com a China pode ter um "duplo efeito" na vantagem econômica americana sobre a potência asiática. No entanto, ressaltou que nenhum problema poderá ser resolvido com os EUA agindo isolado ou sozinho, incluindo as questões das mudanças climáticas e a pandemia do novo coronavírus.

Biden ainda enfatizou que os EUA necessitam modernizar suas prioridades de defesa para enfrentar e lidar melhor com os desafios estratégicos da China e da Rússia, inclusive em novos domínios como o espaço cibernético, ao invés de permanecer investindo excessivamente em sistemas projetados para enfrentar as ameaças do passado. "Esta é uma área em que republicanos e democratas estão de acordo. Devemos ser capazes de trabalhar em uma base bipartidária para proteger melhor o povo americano contra agentes cibernéticos malignos", destacou.
 
Para diversos especialistas, os próximos quatro anos Washington devem transformar totalmente a política externa de Donald Trump, o que seria bastante relevante para a China, uma vez que suas relações com os EUA só se desgastaram sob o governo republicano.
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