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Israel se planeja para um possível ataque dos EUA ao Irã

Publicado em: 26/11/2020 22:53

 (Foto: Reprodução/ YouTube)
Foto: Reprodução/ YouTube
De acordo com fontes do alto escalão das Forças de Defesa de Israel (FDI) o governo israelense foi alertado sobre a possibilidade dos Estados Unidos realizarem um ataque militar contra o Irã, antes do presidente Donald Trump se retirar do cargo.

Segundo publicado no portal de notícias norte-americano Axios, as FDI antevêem um período muito delicado que precede à posse de Joe Biden em 2021. De modo que os preparativos ordenados às FDI, no caso de Washington ordenar o ataque, está ligado a uma provável retaliação de Teerã contra Israel, seja diretamente ou por meio de forças pró-iranianas na Síria, Gaza e Líbano. Embora haja esta perspectiva de Israel receber um aviso prévio a respeito deste presumível ataque dos EUA ao Irã, as FDI receiam que mesmo assim não tenham tempo hábil de se prepararem completamente. Por isso já deram inicio a um planejamento preventivo embasados na hipótese deste futuro cenário.

O jornal The New York Times já havia noticiado na semana passada que Trump em reunião com membros da Segurança Nacional dos EUA lançou a possibilidade de atacar instalações de enriquecimento de urânio iranianas. Entretanto, o presidente norte-americano foi supostamente dissuadido por sua equipe, que defendeu que essa medida poderia resultar em um conflito mais amplo e inadequado nas semanas finais do seu mandato. Em contrapartida, Hossein Dehghan, conselheiro do Aiatolá Ali Khamenei, declarou a agência Associated Press que um ataque militar dos Estados Unidos contra o Irã poderia desencadear uma "guerra completa" no Oriente Médio.

Além disso, o embaixador permanente do Irã na Organização das Nações Unidas (ONU), Majid Takht Ravanchi, pediu à retirada total e imediata das tropas dos EUA da Síria. “As forças norte-americanas no país ao invés de lutarem para combater o terrorismo, continuam apoiando grupos terroristas definidos pela ONU, como a Frente al-Nusra (organização terrorista proibida em diversos países), bem como saqueando petróleo e as riqueza do povo sírio. Todas as forças estrangeiras cuja presença não é permitida pelo governo sírio, devem deixar a Síria", comentou Ravanchi ontem na reunião do Conselho de Segurança da ONU. Já o chanceler iraniano, Mohammad Javad Zarif, acrescentou ainda que Teerã permanece trabalhando com a Síria com o objetivo de fortalecer a cooperação econômica com o país, devido às sanções dos EUA.
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