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Rede D'Or investe em eficiência operacional e medicina de excelência

Avaliação externa independente é a chave para confiança nos indicadores fornecidos pelas instituições. Rede D'Or lidera iniciativa de transparênca

Publicado em: 18/05/2024 09:00 | Atualizado em: 22/05/2024 17:05

Time do Centro de Serviços Compartilhados da Rede D'Or (Divulgação)
Time do Centro de Serviços Compartilhados da Rede D'Or (Divulgação)

 
Com quase 50 anos de atuação e um volume de mais de 10 milhões de atendimentos anuais e cerca de 500 mil cirurgias todos os anos, a Rede D’Or, maior empresa de saúde da América Latina, entrega o mesmo padrão de qualidade assistencial em suas 73 unidades no País. A gerência do volume expressivo é feita com a implementação de estratégias de gestão consolidadas, como é o caso do Centro de Serviços Compartilhados (CSC) e o do Programa Compartilha.

O CSC é um modelo de trabalho que se beneficia da escala, centraliza a execução de diversas atividades, fornecendo serviços de forma integrada a todas as unidades hospitalares. O centro funciona como uma engrenagem que impulsiona a operação para ser cada vez mais eficiente em todas as dimensões do negócio.
 
“Operando em escala, a companhia obtém a máxima otimização dos seus recursos administrativos com menor custo para a operação”, afirma Márcio Gonçalves, líder das Operações Integradas de Supply Chain. “E como a Rede D’Or segue expandindo sua presença no país, por meio da construção ou aquisição de hospitais, surgiu a necessidade de consolidar as operações administrativas dentro de um padrão a ser reproduzido.”

É essencial para o negócio apresentar um ambiente centralizado de Tecnologia da Informação (TI), que ofereça esse suporte a todas as unidades. Esse conceito pode ser utilizado em outras áreas, como: Recursos Humanos, Contabilidade, Compras e Financeiro.

CADEIA INTEGRADA DE SUPRIMENTOS

O modelo CSC reforçou o protagonismo da Rede D’Or durante a pandemia de covid-19. Enquanto muitos serviços assistenciais foram impactados com o fechamento de suas emergências, ou ainda com a falta de leitos e de insumos, a empresa sustentou a alta demanda de atendimentos sem interrupção da sua operação, e ainda deu suporte para outros hospitais, como a Santa Casa de São Paulo, e assumiu a gestão de dois hospitais de campanha, construídos no prazo recorde de 20 dias.
 
“Tanto a negociação para a compra de suprimentos como o planejamento para abastecer os hospitais ocorrem dentro de uma operação centralizada e de ponta a ponta. Atuando em escala, garantimos condições comerciais competitivas, uma gestão eficiente dos estoques com uma ágil e segura reposição dos itens nas unidades, reduzimos possíveis perdas por validade, entre outras ações estratégias para otimizar os recursos”, diz Gonçalves.

COMPARTILHANDO BOAS PRÁTICAS

Outra das estratégias do grupo é aproveitar o potencial de atuação em rede para disseminar uma cultura de boas práticas. Desde 2021, o Programa Compartilha divulga os melhores cases de eficiência operacional de cada unidade e funciona como grande ambiente de aprendizagem em que uma liderança, time ou processo aprende com os erros e acertos aprendidos nas demais unidades hospitalares, visto que todos enfrentam desafios diários muito semelhantes. A eficiência operacional, nesse caso, vem da capacidade de multiplicar muito mais rapidamente a inovação, soluções e oportunidades.
 
Centro de Distribuição do CSC com capacidade para suprir as necessidades dos hospitais da empresa que trabalham em rede. (Divulgação)
Centro de Distribuição do CSC com capacidade para suprir as necessidades dos hospitais da empresa que trabalham em rede. (Divulgação)

 
Otimização de custos, por exemplo, é uma dessas oportunidades. A implementação dessa gestão centralizada dos múltiplos fornecedores não apenas resulta em uma significativa redução de custos mas também impulsiona a ampliação da escala operacional, gerando retornos substanciais para o cuidado assistencial. Boas práticas compartilhadas também reduziram custos com descartáveis em geral não-médicos, em materiais de escritório e em serviços de manutenção.

Com a otimização, a Rede D’Or alcança uma redução da sua despesa total, operando com esse tipo de custo mais baixo que outras empresas do setor. “Os recursos provenientes dessa eficiência são então direcionados para melhorias adicionais na qualidade do serviço, aquisição de equipamentos de última geração, remuneração eficiente de colaboradores e aprimoramento da infraestrutura, promovendo um ciclo virtuoso de redução de custos e melhoria da qualidade da assistência entregue à sociedade”, finaliza.
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