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Semana Santa: saiba quais cuidados o consumidor deve ter ao comprar peixes

O consumo de peixes aumenta durante a Semana Santa; confira dicas para avaliar a qualidade do alimento ao comprá-lo

Publicado em: 25/03/2024 17:32


Ao comprar o peixe, o consumidor deve observar com cuidado a validade dos produtos e a integridade das embalagens (foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)
Ao comprar o peixe, o consumidor deve observar com cuidado a validade dos produtos e a integridade das embalagens (foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)

Devido à Semana Santa e, em especial, a Sexta-Feira da Paixão, a procura por peixes aumenta nas peixarias, feiras e mercados, visto que cristãos têm o costume de não consumir carne na data.

 

Por se tratar de um produto altamente perecível, é importante redobrar a atenção no momento da compra. O Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) elaborou algumas dicas que podem ajudar o consumidor a se precaver quanto à qualidade dos produtos.

 

Ao comprar o peixe, o consumidor deve observar com cuidado a validade dos produtos e a integridade das embalagens. Se estiverem violadas, devem ser evitadas e o estabelecimento precisa ser informado para retirá-las de venda. A cor, o cheiro e a firmeza da carne dos peixes também devem ser verificadas. As guelras devem estar avermelhadas, sem líquido ou muco pastoso ao redor.

 

Se a compra for feita em uma peixaria, é importante saber a procedência dos produtos, bem como se o estabelecimento possui o selo da Vigilância Sanitária. Para garantir o frescor do produto, o mais recomendável é comprar o peixe inteiro e pedir para o peixeiro limpá-lo na hora.

 

Como em toda compra, o consumidor deve exigir a nota fiscal. Pode ser que algum problema de qualidade seja detectado apenas quando se chega em casa com o produto. No caso do cliente ter comprado o produto com algum tipo de irregularidade, o Procon orienta que a pessoa retorne ao comércio e busque resolver diretamente com o fornecedor.

 

Se a situação não for resolvida, o consumidor pode entrar em contato com o Procon, sem a necessidade de mostrar o produto irregular ao órgão. Caso o indivíduo não compre o peixe, mas identifique outras irregularidades em relação aos produtos vendidos, a Vigilância Sanitária do município e o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) devem ser acionados.

 

 

Confira as informações no Estado de Minas

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