Diario de Pernambuco
Busca

TURISMO

Justiça inclui Maxmilhas no processo de recuperação judicial da 123 Milhas

As duas agências de viagens fazem parte do mesmo grupo

Publicado em: 02/10/2023 18:38

No mês de setembro, a Maxmilhas solicitou sua inclusão no processo de recuperação judicial da 123 Milhas, alegando que a 'crise de credibilidade' (foto: Maxmilhas/Reprodução
)
No mês de setembro, a Maxmilhas solicitou sua inclusão no processo de recuperação judicial da 123 Milhas, alegando que a 'crise de credibilidade' (foto: Maxmilhas/Reprodução )

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), em decisão da juíza Cláudia Helena Batista, acatou o pedido da Maxmilhas para incluir a empresa no processo de recuperação judicial da 123 Milhas. Ambas pertencem ao mesmo grupo.

 

A magistrada determinou a suspensão de todas as ações e execuções contra a Maxmilhas e a Lance Hotéis (adquirida pela companhia) por um período de 180 dias. Para ela, os requisitos para a concessão da tutela foram devidamente demonstrados pelos fatos apresentados e pelos documentos fornecidos pela empresa.

 

No mês de setembro, a Maxmilhas solicitou sua inclusão no processo de recuperação judicial da 123 Milhas, alegando que a "crise de credibilidade da 123 Milhas" resultou em uma queda "abrangente" nas vendas da Maxmilhas, com uma redução de 70% no faturamento de passagens aéreas e 90% em hospedagens em apenas 30 dias.

 

Na decisão, a juíza também determinou a realização de uma constatação prévia, que envolve a verificação das reais condições de funcionamento da empresa e a regularidade documental.

 

A decisão seguiu o entendimento do desembargador Alexandre Victor de Carvalho, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que, no mês passado, suspendeu provisoriamente a recuperação judicial da 123 Milhas até o resultado da constatação prévia.

 

O processo somente terá continuidade após a realização da constatação prévia, uma perícia cujo objetivo é verificar o funcionamento da empresa e analisar os documentos apresentados no pedido de recuperação. Apesar da suspensão, as empresas permanecem protegidas pelo "stay period" por 180 dias.

 

 

Confira as informações no Estado de Minas

COMENTÁRIOS

Os comentários a seguir não representam a opinião do jornal Diario de Pernambuco; a responsabilidade é do autor da mensagem.
MAIS NOTÍCIAS DO CANAL