Economia
COMÉRCIO
Com alta de 2,5%, Pernambuco fica em 3º lugar no ranking nacional de vendas no varejo
Publicado: 10/03/2022 às 15:10
Este é o primeiro resultado positivo em Pernambuco desde julho de 2021 (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Com um aumento de 2,5% em janeiro de 2022, o volume de vendas do comércio varejista em Pernambuco registrou o terceiro melhor índice para o setor entre os estados brasileiros. O resultado, que coloca o estado atrás apenas do Rio de Janeiro (3%) e de Alagoas (2,8%), foi divulgado nesta quinta-feira (10) pelo IBGE por meio da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC). Este é o primeiro resultado positivo em Pernambuco desde julho de 2021.
Apesar do avanço, o setor ainda está 3,8 pontos percentuais abaixo do patamar pré-pandemia. Na comparação entre janeiro de 2022 e o mesmo período do ano passado, o volume do varejo pernambucano registrou uma queda de 7,6%, superior à média nacional que foi de -1,9% no mesmo período. Já a variação acumulada nos últimos 12 meses foi positiva, com alta de de 0,5%, mas abaixo da média nacional que registrou crescimento de 1,3%.
COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO
Já na categoria do comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, Pernambuco registrou aumento de 3,7% no volume de vendas em janeiro de 2022. O índice local também é o terceiro maior do país, empatado com Alagoas e atrás de Sergipe (6,1%) e Bahia (4,1%). No Brasil, o resultado foi negativo, -0,3%.
Em comparação com janeiro de 2021, o desempenho de Pernambuco no varejo ampliado também foi positivo, com avanço de 15,4%, ficando atrás apenas do Amazonas (34,7%). No mesmo período, a média nacional ficou em -1,5%. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o estado alcançou o percentual mais alto do país pelo terceiro mês consecutivo (19,1%), acima da média nacional, de 4,6%.
Das 13 atividades varejistas e suas subdivisões, quatro tiveram alta em janeiro de 2022 na comparação com o mesmo mês do ano anterior. O destaque ficou por conta da venda de veículos, motocicletas, partes e peças, com crescimento de 79,4%. Em seguida aparecem equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (57,8%) e livros, jornais, revistas e papelaria (22,5%). Já o recuo mais expressivo ficou com o setor de eletrodomésticos (-37,3%). Outros destaques negativo foram as categorias de material de construção (-13,3%) e hipermercados e supermercados (-10,6%).
Na variação acumulada dos últimos 12 meses, seis categorias apresentaram alta e, mais uma vez, a dianteira ficou por conta dos veículos, motocicletas, partes e peças (77,7%), junto aos Livros, jornais, revistas e papelaria (30,6%) e aos artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (26,8%). Nos índices por área pesquisados pela PMC, os eletrodomésticos tiveram de novo a maior queda (-27,6%).
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