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Notícia de Economia

PANDEMIA

Ex-gestora de fundos de Paulo Guedes investiu R$ 350 milhões em funerárias

Publicado em: 29/09/2021 12:44 | Atualizado em: 29/09/2021 14:37

 (Foto: Evaristo Sá/AFP)
Foto: Evaristo Sá/AFP
Em matéria publicada pelo site Brazil Journal, de Geraldo Samor, foi divulgada a informação de que a gestora de fundos Crescera Capital, antes Bozano Investimentos, ex-empresa de Paulo Guedes, começou a investir maciçamente no chamado "mercado da morte".

Com aporte de R$ 350 milhões no Grupo Zelo, de Belo Horizonte, a gestora passou a ser o principal investidor do grupo, que foi às compras, e hoje é o dono de 45 empresas, que vão de funerárias a cemitérios - inclusive o maior da capital mineira - passando por ‘velórios on-line’.

O aporte multimilionário da ex-empresa de Paulo Guedes se deu em agosto do ano passado, quando o Brasil atingiu a assustadora marca de 120 mil mortos pela Covid-19. Hoje são 600 mil mortos.

Perguntas
A princípio, não há nada de errado ou ilegal nessa história toda. E não há o menor indício, até o momento, da participação de Guedes na empresa. Mas não deixa de ser um fato curioso.

Por que os ex-sócios de Guedes decidiram investir esse dinheiro todo num mercado até então por eles ignorado, justamente em um momento em que a habilidade de Paulo Guedes seria posta à prova?

Por que desconfiaram da capacidade do ex-parceiro em, digamos, administrar a situação de forma minimamente adequada? Ou justamente o oposto: conhecem tão bem ‘as habilidades’ de Paulo Guedes que tinham certeza de que daria tudo errado? 
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