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Secretários da Fazenda solicitam recursos para manter serviços de combate à Covid

Publicado em: 18/02/2021 18:55

Décio Padilha, secretário da Fazenda de Pernambuco, foi um dos que assinou a carta. (Foto: Reprodução/Governo)
Décio Padilha, secretário da Fazenda de Pernambuco, foi um dos que assinou a carta. (Foto: Reprodução/Governo)
 
Uma carta foi enviada pelos secretários estaduais da Fazenda para os ministérios da Saúde e da Economia solicitando recursos financeiros para garantir a manutenção dos serviços de atendimento à população, diante do novo crescimento dos casos de coronavírus. O documento é assinado pelo presidente do Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), Rafael Fonteles, além do secretário da Fazenda de Pernambuco, Décio Padilha e mais 24 secretários estaduais da pasta. 

A justificativa é que a redução do custeio de leitos por parte do Ministério da Saúde aflige os estados por conta do agravamento da pandemia. "O investimento na rede de atenção e vigilância pressupõe novos investimentos tecnológicos na rede de frio, testagem e transporte, assim como mobilização de recursos humanos e materiais para garantir adequada estruturação dos hospitais", diz a carta.

Os secretários alegam que, diferente do que aconteceu na primeira onda, quando foi possível mobilizar estruturas existentes para atender à demanda da pandemia, nesta segunda onda não está sendo possível. Segundo a carta, a questão de agora é que "condições preexistentes voltaram a crescer e coexistem com uma quádrupla carga de doenças: Covid-19, causas externas, doenças crônicas degenerativas e outras doenças infectocontagiosas e metabólicas/nutricionais conhecidas".

Na carta, eles ainda dizem que "urge que a União aporte aos estados novo incremento ao teto de média e alta complexidade para custeio livre da rede de atenção e vigilância, assim como, mantenha o mecanismo já consolidado no SUS de habilitação e custeio fixo dos leitos de UTI-Covid". Os secretários apontam que a pandemia não cessou e que os estados vão enfrentar até o final do ano a coexistência de diversas ondas que vão ocorrer de forma assimétrica nas regiões do Brasil. Além disso, eles reforçaram que "os efeitos da vacinação somente deverão repercutir em queda sustentada, com baixa probabilidade de novas etapas de aceleração de casos/internações/óbitos, a partir do segundo semestre".
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