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COMBUSTÍVEL

Recife, a gasolina mais barata das capitais do Nordeste

Publicado em: 09/01/2021 12:30 | Atualizado em: 09/01/2021 12:39

A ANP realizou a pesquisa em 73 postos da RMR e oito em Vitória de Santo Antão. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
A ANP realizou a pesquisa em 73 postos da RMR e oito em Vitória de Santo Antão. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Na primeira semana de 2021, o Recife registrou a nona gasolina mais barata entre as capitais brasileiras e menor do Nordeste. Um levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), válido para o período entre 3 e 9 de janeiro, mostrou que o preço médio ao consumidor do litro da gasolina comum na cidade é R$ 4,587.

O litro mais caro do Brasil é encontrado em Rio Branco, por R$ 5,068. O mais barato, em Macapá, por R$ 3,894. As oito capitais com gasolina mais baratas são Macapá, Curitiba, São Paulo, Boa Vista, Manaus, Vitória, Florianópolis e Cuiabá.

Em Pernambuco, a ANP realizou a pesquisa em 73 postos da Região Metropolitana do Recife e oito em Vitória de Santo Antão. A gasolina é mais cara em Olinda, onde o litro custa, em média, R$ 4,666. Em Vitória, o litro é R$ 4,605. Em Paulista, R$ 4,599; no Recife, R$ 4,587; e em Jaboatão, R$ 4,536.

“Hoje 47% do valor é de imposto. Há lugares no Brasil onde essa carga é superior a 50%. Aqui, em cada litro, R$ 2,23 é de impostos. E a pandemia gerou uma diminuição de movimento nos postos, mas os custos permanecem iguais”, pontuou o presidente do Sindicato de Combustíveis de Pernambuco, Alfredo Pinheiro Ramos.

O presidente do Sindaçúcar Pernambuco, Renato Cunha, afirma que a Petrobras deveria ser mais transparente em relação ao preço cobrado pelo combustível. “Não está clara a questão do frete para trazer gasolina do exterior até as bases da Petrobras no Brasil. A explicação técnica precisa ser mais convincente, pois a precificação tem variações. É preciso saber que tipo de itens eles estão colocando nessa logística de importação”, ressaltou.

A Petrobras informa que o valor pago pelo consumidor final não está sob gestão da estatal e é composto por quatro fatores: preços do produtor ou importador de gasolina “A”; carga tributária; custo do etanol obrigatório e margens da distribuição e revenda.

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