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Comércio de Pernambuco registrou alta acima da média nacional em novembro

Publicado em: 15/01/2021 17:32 | Atualizado em: 15/01/2021 17:58

Volume de vendas cresceu 2,3% em novembro na comparação com outubro de 2020. (Foto: Tarciso Augusto/DP/Arquivo)
Volume de vendas cresceu 2,3% em novembro na comparação com outubro de 2020. (Foto: Tarciso Augusto/DP/Arquivo)

O comércio varejista de Pernambuco registrou crescimento de 2,3% em novembro na comparação com outubro, seguindo tendência contrária ao Brasil, que viu as vendas estancarem no mesmo período, com índice de -0,1%. O resultado pernambucano é o sétimo maior entre os estados brasileiros analisados pela Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE. Na comparação com novembro de 2019, Pernambuco teve alta de 10,1%, bem acima dos 3,4% registrados na média nacional. Porém, o estado fica abaixo do país, porém com estabilidade, tanto no acumulado do ano como no acumulado dos últimos 12 meses. Pernambuco registrou 0,4% e 0,2% contra 1,2% e 1,3% da média nacional, respectivamente. 

Levando em consideração o comércio varejista, que inclui Veículos, motos, partes e peças e Material de construção, o crescimento das vendas em Pernambuco foi menor, ficando em 1,1% em novembro sobre outubro de 2020. Ainda assim, o percentual é maior do que a média nacional, que foi de 0,6% no período. A alta no estado foi maior na comparação com novembro de 2019, com incremento de 9,9%, acima dos 4,1% registrados na média nacional. No acumulado do ano e no acumulado dos últimos 12 meses, no entanto, houve queda tanto no estado como no Brasil. De janeiro a novembro, o comércio pernambucano teve queda de 1,5%, enquanto no país a retração foi de 1,9%. Já nos últimos 12 meses, os recuos foram de 1% e 1,3%, respectivamente. 

Na comparação entre novembro de 2020 com o mesmo mês de 2019, a atividade de Outros artigos de uso pessoal e doméstico, que engloba lojas de departamentos, óticas, joalherias, artigos esportivos, brinquedos e similares, foi a que teve o maior crescimento, com alta de 31,6%. Em seguida veio a de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, com incremento de 30,8%. Já os eletrodomésticos ficaram em terceiro lugar, com 21,5%. Este último é o setor que tem o maior crescimento no acumulado do ano, com 36,4%, e no acumulado dos últimos 12 meses, com 35%.

No caminho contrário, a atividade que teve maior queda no período foi a de livros, jornais, revistas e papelaria, com recuo de 40%. Este também foi o setor que teve as maiores retrações no acumulado do ano (-42,2%) e na variação acumulada dos últimos 12 meses (-38,8%). Entre as maiores quedas entre novembro de 2020 com o mesmo mês de 2019 estão ainda os segmentos de equipamentos e materias para escritório, informática e comunicação (-10,7%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-3,4%).

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