PESQUISAS

Existe realmente uma cidade escondida na Amazônia?

Publicado em: 05/07/2022 08:15

 (Foto: Divulgação)
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Ratanabá, o nome da cidade localizada na Amazônia, é vindo do idioma Irdin, língua usada pela  civilização Muril responsável pela criação da cidade e tem o significado de: “dos reinos para o mundo”. O Think Tank Dakila Pesquisas realiza estudos na região amazônica, há cerca de 30 anos, em busca de descobrir mais sobre sua origem, seus habitantes e sua cultura. A cidade é considerada pelos estudiosos da Associação como a “capital do mundo”. 
 
Desde o início dos levantamentos na região amazônica onde está situada a cidade, a equipe do Dakila usou os equipamentos mais modernos disponíveis para ter êxito em seus trabalhos. Atualmente, os estudos são realizados com tecnologia avançada do LiDAR (Light Detection And Ranging). “Por meio de pulsos a laser, esta tecnologia consegue penetrar na vegetação e mostrar a superfície digitalizada do terreno. Para isso, é necessário rastrear o local com uma aeronave. Foi o que nós fizemos nas Linhas de Apiacás, no Estado do Mato Grosso, onde estaria parte de Ratanabá. Nos próximos dias teremos os resultados do processamento das imagens e o estudo científico destas áreas. Antes era utilizado GPS, estudos topográficos, interpretações de símbolos e sonares através de pulsos sonoros”, detalhou o presidente do Think Tank Dakila Pesquisas e do Ecossistema Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira, sobre os modelos e processos de análise na localidade. 
 
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A equipe do Dakila Pesquisas encontrou, em Paranaíta, no Mato Grosso do Sul, no dia 14 de junho de 2022, uma pegada fossilizada numa rocha, que pode contribuir para a conclusão do estudo da cidade. “Ela tem 2.41 metros, se for de um ser humano, este teria de 12 a 14 metros de altura. Estas pegadas fazem parte do Caminho do Peabiru, que nos levou a Ratanabá. Todo o caminho é demarcado por “pisadas” deste tipo, por isso pode nos trazer várias respostas ao estudo da cidade de Ratanabá. São relíquias arqueológicas, onde diversos profissionais de todo o mundo estão catalogando-as e podem mostrar uma história que não se encaixa hoje”, afirmou o presidente da Dakila.
 
Durante as pesquisas, foram encontrados objetos ancestrais perto da cidade de Ratanabá, além de partes de esqueletos de antepassados que podem ter vivido neste lugar. “Descobrimos nas proximidades dessa cidade alguns crânios de esqueletos que tem uma anatomia totalmente diferenciada da nossa, que não parece combinar com a nossa época, e também diversos artefatos que não são de pedra, mas artefatos metálicos bem elaborados com ligas, como espadas, adornos decorativos e utilitários. Ou seja, essa civilização já sabia fazer uso do metal há milhares de anos antes do que dizem”, descreveu o pesquisador. 

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Urandir explica que o nome da cidade Ratanabá estava gravado em vários artefatos achados durante os estudos. “Encontramos esse nome em pedras e gravuras, inscrições em alto e baixo-relevo, em diversas partes do país. Conseguimos decodificar cerca de 90% do alfabeto deles comparando a outros idiomas e símbolos espalhados pelo mundo, e também estudando algumas línguas, tipo Tupi Guarani, entre outras”, disse.
 
Os trabalhos do Dakila Pesquisas em busca de Ratanabá tiveram início em 1987. Em 1992, a cidade foi descoberta pela entidade. Na região, é estudada a possibilidade de ter mais mistérios a serem revelados, como túneis bem estruturados. “Estes túneis fazem parte do Caminho do Peabiru, que são trajetos que cortam o continente Sul-Americano e se interconectam criando uma estrada com ramificações subterrâneas e de superfície que partem de Ratanabá. Foi pesquisando o Caminho do Peabiru que chagamos a Ratanabá”, contou Urandir.
 
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De acordo os levantamentos da Dakila, Ratanabá, na Amazônia brasileira, era a principal cidade deste período, sendo a capital do mundo. No Peru, Bolívia, Grécia e em outros países existem ramificações da cidade de Ratanabá. Ainda segundo as pesquisas, são cidades satélites de Ratanabá, porém a principal era a do Brasil. Todas as ramificações apresentam construções em pedra e têm o mesmo padrão arquitetônico, a mesma “assinatura”. “É, no mínimo, pré-diluviana, de 14 a 15 mil anos atrás. Mas temos indícios, através de fósseis encontrados ao redor dela, que indicam uma datação, comparando com outros achados semelhantes pelas minas de carvão espalhadas pelo mundo, entre 400 a 450 milhões de anos. Mas, até que tudo se confirme, vamos considerar um achado pré-diluviano”, ressaltou Urandir. 
 
Os estudos do Dakila também apontam a civilização Muril como a primeira a habitar Ratanabá, tendo, posteriormente, surgido outra, cujos integrantes tinham uma anatomia diferente do ser humano atual, isso por possuir um crânio alongado, tendo praticamente habitado todos os continentes. “Também é uma civilização com capacidade intelectual e tecnológica tão bem elaborada quanto os primeiros. Eles também deixaram suas assinaturas em diversos pontos, principalmente na África, no litoral paulista, através de algumas escavações e minerações, e na Índia. Nós não conseguimos aprofundar mais nossos estudos nesta civilização por falta de tempo”.
 

Todas as pesquisas realizadas, até o momento, estão documentadas em vídeos, fotos, relatórios e localização mapeada. A conclusão da comprovação da existência ou não da cidade será apresentada por imagens levantadas pela tecnologia LiDAR. “As imagens aéreas são impressionantes e mostram quadras e ruas de Ratanabá. Não tem como a natureza produzir aquelas quadras de forma simétrica como está, a natureza não trabalha com linhas retas. Se fossem apenas uma ou duas, mas são mais de 100 quadras. Do avião, conseguimos ver, pelo menos, 36 quadras de uma maneira impecável. É uma evidência fenomenal que deve ser estudada, investigada, sem preconceitos ou com ideias preconcebidas, mas com uma visão profissional mesmo, de alguém que realmente faz uma pesquisa verdadeira e não por quem fica atrás de um computador”, disse o presidente Urandir.

Urandir define como surpreendente tudo o que a equipe já presenciou nas expedições. Ele comenta que a civilização Muril nos deixou um extraordinário legado de conhecimento. “Acredito que os profissionais vão ter que reescrever a história da humanidade como nós a conhecemos. Todos os estudos levantados até agora nos levam a crer que, o elo perdido entre o passado e o presente da humanidade, está revelado lá. Além de contribuir para a história, o impacto vai ser cultural, intelectual, econômico, ideológico e governamental. Acredito que, após tudo que será revelado, teremos uma reorganização na sociedade”, concluiu.

O presidente da Dakila Pesquisas ressalta que não é fácil realizar expedições na Amazônia, especialmente para locais onde quase não há estrutura e se desconhece quem antes lá esteve. Outro desafio enfrentado é o alto investimento direcionado aos levantamentos, sendo tudo custeado pela Dakila. “Requer muitos recursos financeiros e logística de aluguel de carros, aviões, helicópteros, barcos, contratação de guias, solicitação de autorizações, licenças para entrar em áreas indígenas, fortes, entre outros. É perigoso andar na mata densa, exige bom condicionamento físico, além de muita atenção. Todas as pesquisas foram bancadas pela Associação Dakila Pesquisas. Nunca utilizamos recursos governamentais. No município de Costa Marques, no estado de Rondônia, contamos com o apoio de um sargento e um cabo do Exército para entrar na mata”.

Com os resultados do processamento e análise científica alcançado com o uso do LiDAR, a próxima etapa dos estudos será a de expedições terrestres na localidade onde está Ratanabá. Esta fase só será possível após a equipe solicitar autorização à execução. “Enquanto estamos preocupados em reunir provas científicas sobre este incrível legado para o Brasil e o mundo, somos desqualificados por alguns veículos da mídia e profissionais que nunca estiveram no local e que se recusam a rever conceitos”, disse Urandir. 

“Nós temos ciência do que estamos apresentando ao mundo, do que estamos falando, do que pesquisamos durante 30 anos. É uma decepção ver alguns acadêmicos ficarem só na leitura e na pesquisa computacional e depois fazerem afirmações como se fossem a verdade absoluta. Estas pessoas precisam sair a campo, investigar e estudar tudo o que foi descoberto para não ficar apenas no campo das possibilidades e das teorias”, complementou o presidente da Dakila sobre todo trabalho feito pela associação.
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