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Queiroga diz que reconhecimento do SUS é o 'grande legado' da pandemia

Publicado em: 03/05/2021 13:40

 (Sistema Único de Saúde é um patrimônio de todos os brasileiros', disse Queiroga. Foto: Alan Santos/Presidência da República)
Sistema Único de Saúde é um patrimônio de todos os brasileiros', disse Queiroga. Foto: Alan Santos/Presidência da República
Ministro da Saúde desde 23 de março deste ano, Marcelo Queiroga afirmou na manhã desta segunda-feira (3) que o reconhecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) é o grande legado da pandemia de Covid-19 no Brasil. No país, segundo dados desse domingo (2) do governo federal, 407.639 pessoas morreram por causa das complicações causadas pelo vírus, 14.754.910 se infectaram e 1.068.553 estão em acompanhamento médico.

“O grande legado dessa pandemia é se conhecer sobre a importância do Sistema Único de Saúde, o Sistema Único de Saúde é um patrimônio de todos os brasileiros. Devemos fortalecer, não só na assistência especializada à saúde, mas sobretudo na atenção primária. O governo federal, já no primeiro ano, criou uma Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Até quarta-feira (5/5), vamos apresentar uma portaria com a locação de R$ 1 bilhão de para investimentos na atenção primária, com dados com a infância e adolescências, as questões atinentes ao envelhecimento", disse Queiroga, durante evento da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na capital paulista.

Apesar da valorização do SUS, Queiroga diz que é preciso reformas. O ministro afirma também que o recurso tem que ser aplicado de forma correta, a fim de dar maior efetividade à saúde pública.

“São políticas públicas de saúde que têm o condão de melhorar a vida do povo brasileiro. Nós precisamos reformar o Sistema Único de Saúde. É claro que a gente tem uma Reforma Tributária aí, sendo analisada pelo Congresso Nacional, temos um ambiente político muito antigênico, muita divergência (...) Temos que sair dessa situação com a certeza que precisamos reformar o Sus, precisamos mudar esse modelo. Esses pequenos hospitais de 50 leitos não têm efetividade nenhuma na assistência, é necessário se verificar a eficiência na alocação de recursos”, completou Queiroga.

No evento, o ministro conversou e debateu com empresários e políticos sobre a saúde pública e as parcerias público-privadas. Queiroga é o quarto chefe do Ministério da Saúde desde o início da pandemia do coronavírus, em março de 2020.

Antes dele, passaram pelo posto: Luiz Henrique Mandetta, até abril de 2020; Nelson Teich, até maio de 2020; e Eduardo Pazuello, até março de 2021. Os três serão ouvidos nesta semana, entre esta terça-feira (04/05) e quarta (05), pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 instalada pelo Senado Federal, que apura possíveis omissões do governo federal durante a pandemia.
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