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PANDEMIA

Sputnik V: chanceler espera que Anvisa resolva pendência de modo 'satisfatório'

Publicado em: 28/04/2021 14:02

 (Carlos França afirmou ser necessário solucionar o problema para contar com mais uma vacina no Plano Nacional de Imunização. Foto: Gustavo Magalhães/MRE)
Carlos França afirmou ser necessário solucionar o problema para contar com mais uma vacina no Plano Nacional de Imunização. Foto: Gustavo Magalhães/MRE
O ministro das Relações Exteriores, Carlos França, afirmou que o Itamaraty espera que as questões pendentes sobre a vacina russa Sputnik V sejam resolvidas de forma 'satisfatória' pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A vacina teve seu pedido de importação emergencial negado pelo órgão regulador, que apontou inconsistências e possíveis riscos no imunizante de acordo com os dados apresentados e com base nas visitas feitas às fábricas na Rússia.

França lembrou a ocasião em que o presidente Jair Bolsonaro conversou, por telefone, com o presidente Vladimir Putin, para falar sobre a produção nacional da Sputnik V.

"Esperamos que as questões pendentes para aprovação da vacina possam ser oportunamente solucionadas de modo satisfatório para a Anvisa, de modo a podermos eventualmente contar, no médio prazo, com o aporte de mais uma vacina em nosso esforço nacional de imunização e superação da pandemia", afirmou.

Ele também ressaltou que o MRE tem atuado junto à Índia para conseguir a liberação de 8 milhões de doses da vacina de Oxford/Astrazeneca — dos 12 milhões adquiridos — produzidos pelo fabricante indiano Instituto Serum.

"A crise sanitária na Índia, como temos acompanhado, vem se agravando. Mas, pelos canais adequados, estamos agindo para que autorizem exportações para o Brasil", comentou.

O chanceler falou, ainda, sobre os esforços junto ao governo norte-americano para conseguir apoio com insumos médicos e vacinas, especialmente no que diz respeito às sobras de vacinas dos EUA.

"Estamos em contato com uma unidade recém-criada, no Departamento de Estado norte-americano, dedicada à alocação de vacinas para parceiros internacionais dos Estados Unidos, e temos trabalhado para que o Brasil possa dispor do aporte disponível, à medida que evolui a parcela já imunizada da população norte-americana", afirmou, ao detalhar, também, que o governo segue em conversas com Israel para "fazer avançar a cooperação em matéria de vacinas e outros medicamentos".
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