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VACINA

Ministro da Saúde pede celeridade à Pfizer na entrega de 50 milhões de doses

Publicado em: 29/03/2021 15:57

 (A pasta assinou um contrato para adquirir 100 milhões de doses, mas o cronograma indicado no documento prevê a entrega de 13,5 milhões de doses no segundo trimestre de 2021, ou seja, entre abril e junho. Foto: Christof Stache/AFP)
A pasta assinou um contrato para adquirir 100 milhões de doses, mas o cronograma indicado no documento prevê a entrega de 13,5 milhões de doses no segundo trimestre de 2021, ou seja, entre abril e junho. Foto: Christof Stache/AFP
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, se reuniu, nesta segunda-feira (29) com a presidente da Pfizer Brasil, Marta Díez, para pedir celeridade na entrega de 50 milhões de doses da vacina Cominarty, produzida pela farmacêutica e comprada pelo Ministério da Saúde este mês.

A pasta assinou um contrato para adquirir 100 milhões de doses, mas o cronograma indicado no documento prevê a entrega de 13,5 milhões de doses no segundo trimestre de 2021, ou seja entre abril e junho. As 86,5 milhões restantes serão entregues entre julho e setembro.

Durante a reunião, o recém-empossado ministro da Saúde fez um pedido para que 50 milhões de doses sejam enviadas ao Brasil em curto prazo. “Precisamos ampliar a nossa capacidade vacinal agora. Convido vocês para fazermos esforços conjuntos para garantir essas vacinas o quanto antes”, disse Queiroga.

A presidente da Pfizer Brasil reforçou que o primeiro lote de vacinas contra a Covid-19 chegará ao país entre abril e maio. Segundo ela, as entregas serão feitas semanalmente.

Entraves
Após encontrar entraves nas negociações em razão das cláusulas contratuais, o Ministério da Saúde assinou em 19 de março contrato com a Pfizer para a compra de 100 milhões de vacinas contra a Covid-19. Foi necessário levar o entrave ao Congresso para que os parlamentares flexibilizassem a legislação a fim de trazer segurança jurídica para que o Planalto avançasse nas compras.

A Cominarty, vacina da Pfizer, foi o primeiro imunizante contra a Covid-19 a receber o registro definitivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
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