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Test Drive

Picape Rampage segue caminho da Toro e cai no gosto dos brasileiros

Há quatro meses no mercado, a picape já é a sexta mais vendida no mercado nacional. Motor potente, visual robusto e conforte interno são destaques do modelo

Publicado em: 06/11/2023 14:04

Picape fabricada em Goiana é o primeiro modelo da RAM desenvolvido para atender as demandas do mercado brasileiro   (Pedro Ivo Bernardes / DP)
Picape fabricada em Goiana é o primeiro modelo da RAM desenvolvido para atender as demandas do mercado brasileiro (Pedro Ivo Bernardes / DP)
A picape Ram Rampage, fabricada na fábrica da Stellantis em Goiana, caiu nas graças do brasileiro. Há quatro meses no mercado, a picape já é a sexta mais vendida no mercado nacional, ficando atrás da Fiat Strada, Toyota Hilux, Fiat Toro, Volkswagen Saveiro e Chevrolet Montana. Segundo os executivos da marca, o sucesso do modelo se deve, principalmente, por ele ter sido desenvolvido para atender às necessidades do consumidor nacional.

O primeiro diferencial é seu porte, já que está posicionada estrategicamente entre as picapes médias e as compactas, embora com a mesma capacidade de carga das concorrentes posicionadas um degrau acima. Essa tendência de mercado foi antecipada pela Fiat Toro, levando em conta o pouco espaço nos estacionamentos e a dificuldade de transitar com modelos maiores nas ruas das nossas cidades.

AVALIAÇÃO
No test drive realizado pelo Diario, a Rampage Rebel mostrou de cara o seu DNA RAM. O motor Hurricane 4, um propulsor 2.0 turbo a gasolina de quatro cilindros, é capaz de desenvolver 272 cavalos de potência máxima e torque de 40,79 kgfm e levar a picape, e de levar dos zero km/h em apenas 7,1 segundos e de atingir a velocidade máxima de 210 km/h. Claro que tamanha potência tem um custo, o consumo em circuito misto, 50% urbano e 50% estrada, com pequenos trechos off road, ficou em 7,4 km/l, segundo o computador de bordo da picape, embora em teste de bancada as marcas divulgadas pela montadora sejam de 8 km/l na cidade e 10 km/l na estrada.

Mas força não é tudo, o modelo vem equipado com bancos de couro, acabamento de couro nas portas, painel e tabelier, ajuste eletrônico para os bancos dianteiros, com ajuste horizontal, de altura, e apoio lombar; ar-condicionado eletrônico dual zone, com controles individuais para motorista e passageiro e saída de ar exclusiva para os ocupantes dos bancos traseiros; apoio de braços dianteiro e traseiro; além de tela multimídia de 12,3 polegadas e painel de instrumentos digital de 10,3 polegadas, com integração aos sistemas Carplay da Apple e Android Auto da Google.

Robusta como sua irmã maior (a RAM Rebel 1500), a Rampage Rebel traz  acabamento de para-choques, grade dianteira e retrovisores nas cores preto e grafite. No trecho entre o Recife e Serra Negra,em Bezerros, a picape sub média da RAM mostrou bom desempenho na estrada (BR-232) e na via que sobe para a serra, com alguns trechos de terra, com pedras e aclives acentuados. Nesse caso, o assistente de partida em rampa, 4x4 reduzida, além de sua distância livre do solo de 26,4 cm e ângulos de entrada (27,5º) e de saída (23,6º). 

Na estrada, assim como na cidade, o condutor conta com auxílio do alerta de pontos cegos, que acende um alerta amarelo nos retrovisores, alerta de colisão frontal com frenagem automática e detecção de pedestres.picape Ram Rampage, fabricada na fábrica da Stellantis em Goiana, caiu nas graças do brasileiro. Há quatro meses no mercado, a picape já é a sexta mais vendida no mercado nacional, ficando atrás da Fiat Strada, Toyota Hilux, Fiat Toro, Volkswagen Saveiro e Chevrolet Montana. Segundo os executivos da marca, o sucesso do modelo se deve, principalmente, por ele ter sido desenvolvido para atender às necessidades do consumidor nacional.

O primeiro diferencial é seu porte, já que está posicionada estrategicamente entre as picapes médias e as compactas, embora com a mesma capacidade de carga das concorrentes posicionadas um degrau acima. Essa tendência de mercado foi antecipada pela Fiat Toro, levando em conta o pouco espaço nos estacionamentos e a dificuldade de transitar com modelos maiores nas ruas das nossas cidades.

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