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Delcy Rodríguez retorna à Venezuela "feliz" após discursar na ONU e se reunir com Trump: "Missão cumprida"

Presidente em exercício discursou na quarta-feira (23) perante a Assembleia Geral das Nações Unidas, onde defendeu deixar para trás a situação de "um país dividido" e inaugurar uma "nova era política"

Estadão Conteúdo

Publicado: 25/09/2026 às 12:07

Rodriguez manteve reunião com Trump para discutir

Rodriguez manteve reunião com Trump para discutir "o fortalecimento das relações bilaterais" entre EUA e Venezuela (Divulgação/Presidência da Venezuela)

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, declarou, ao retornar ao país após participar da 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas, que está "feliz" e que tem a sensação de uma "missão cumprida" após sua viagem aos Estados Unidos, durante a qual também se reuniu com o presidente norte-americano, Donald Trump.

"Chegamos há algumas horas de Nova York, após nossa participação na Assembleia Geral das Nações Unidas", disse ela. "Chegamos felizes, como delegação, pela missão cumprida", afirmou ela, em um vídeo publicado nas redes sociais pelo ministro da Comunicação, Miguel Ángel Pérez Pirela.

"Meus cumprimentos a toda a Venezuela. Feliz por estar de volta. Feliz por me reencontrar com o povo venezuelano e continuar trilhando este caminho que leva à felicidade e ao bem-estar", destacou Rodríguez, que acrescentou já ter mantido reuniões oficiais com várias autoridades para abordar a situação no país, incluindo a que o setor elétrico enfrenta diante da onda de calor.

Rodríguez discursou na quarta-feira (23) perante a Assembleia Geral das Nações Unidas, onde defendeu deixar para trás a situação de "um país dividido" e inaugurar uma "nova era política" marcada pela "capacidade de olharmos juntos para o futuro", algo que passaria pela realização de novas eleições, embora não tenha anunciado uma data para a possível votação.

Além disso, a presidente encarregada da Venezuela manteve uma reunião com Trump para discutir "o fortalecimento das relações bilaterais" entre os dois países, aberto após a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores, em uma operação norte-americana lançada em janeiro contra Caracas, que resultou em mais de uma centena de mortos.


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