Briga no clássico: Corinthians tenta acordo, mas Palmeiras mantém queixa na Polícia
Quando os times deixaram o gramado, houve uma troca de empurrões no túne
Diario de Pernambuco e Estadão Conteúdo
Publicado: 13/04/2026 às 09:56
Briga entre Corinthians e Palmeiras (Reprodução)
A briga generalizada ao fim do empate entre Corinthians e Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro vai ser investigada pela Polícia Civil. A diretoria corintiana propôs um acordo para que a situação não virasse um caso de polícia, o que foi negado pelos palmeirenses.
Quando os times deixaram o gramado, houve uma troca de empurrões no túnel. O Palmeiras informou que Luighi foi agredido por um funcionário do Corinthians. Já o clube alvinegro falou que Gabriel Paulista e Breno Bidon sofreram agressões de seguranças palmeirenses.
A acusação do Palmeiras é de que um funcionário corintiano foi o autor das agressões contra o atacante palmeirense. Já o Corinthians falou que seguranças do rival agrediram seus dois jogadores.
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Após o caso, o delegado César Saad, da Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade), foi aos vestiários das duas equipes. A Polícia Civil deve, agora, analisar as imagens na tentativa de identificar quem foram os responsáveis.
Na zona mista, Luighi não falou com a imprensa e deixou o estádio sem ferimentos aparentes. Andreas Pereira e Ramón Sosa pararam, mas evitaram o tema.
Do outro lado, Hugo Souza disse que as agressões por parte de seguranças do Palmeiras teriam acontecido antes de atos dos corintianos. "Na verdade, eu estava na minha entrevista (pós-jogo). Eu não vi, mas, pelo que me passaram, foi cabeça quente, empurra-empurra. Coisa que não é normal, mas acontece bastante. Falaram que houve agressão de funcionário nosso, mas também os seguranças deles vieram para cima dos nossos jogadores, primeiro até", falou o goleiro.
O jogo teve clima quente, com pouco futebol dos dois times. O Corinthians teve André e Matheuzinho expulsos, em confusão e falta contra palmeirenses.