O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, conhecido como Bap, gerou polêmica ao comparecer, no último domingo, 13 de setembro, ao velório de Paulo Angioni, nas Laranjeiras, sede do Fluminense. O dirigente rubro-negro usava um casaco do Flamengo durante a cerimônia de despedida do diretor tricolor, o que dividiu opiniões nas redes sociais.
A escolha da roupa chamou a atenção de torcedores tricolores, que criticaram a presença e o casaco de Bap. Alguns interpretaram o gesto como uma forma de chamar atenção para si em um momento de luto. Outros argumentaram que a presença era uma representação institucional do Flamengo na homenagem ao dirigente.
Quem foi Paulo Angioni
Paulo Sérgio Scudiere Angioni morreu aos 80 anos no sábado, 12 de setembro, após décadas dedicadas ao futebol brasileiro. O executivo ocupava o cargo de diretor executivo de futebol do Fluminense e integrou a história da Seleção Brasileira e de grandes clubes ao longo da carreira.
Ele retornou ao Fluminense em 2018 e estava em sua quarta passagem pelo clube das Laranjeiras quando morreu. Nessa passagem, conquistou títulos importantes. O principal deles foi o da Conmebol. Reconhecido por colegas e adversários pela extensa rede de amizades construída dentro do esporte, Angioni foi pioneiro na função de diretor executivo no Brasil.
Desde o início de setembro, ele tratava um câncer no pâncreas no Rio de Janeiro. Morreu no Hospital Samaritano. O velório ocorreu no Salão Nobre do Fluminense e reuniu familiares, amigos e figuras do futebol para a despedida do dirigente, ligado ao esporte por toda a vida.










