Um homem foi picado por uma jararaca na última quinta-feira (8), enquanto caminhava por uma trilha na região de Rosa Norte, na Praia do Rosa, em Imbituba. Ele precisou de resgate aéreo para receber atendimento médico, e equipes de emergência foram acionadas, e um helicóptero pousou na faixa de areia para socorrer a vítima.
Até a publicação desta matéria, não haviam sido divulgados dados sobre a idade, o estado de saúde ou a unidade hospitalar de destino da vítima. Também não havia confirmação da extensão dos ferimentos causados pelo veneno.
Por que a picada exige ação imediata
Encontrada em várias partes do território nacional, incluindo Santa Catarina, a jararaca tem um veneno capaz de provocar reações intensas no corpo. Dor forte, inchaço e sangramento no local atingido estão entre os efeitos mais comuns. Sem tratamento rápido, esses efeitos podem evoluir para quadros que colocam a vida em risco.
A vítima deve buscar socorro especializado imediatamente, e improvisar torniquetes, cortar a região da picada ou tentar extrair o veneno pela sucção são práticas que podem piorar o quadro clínico do paciente.
Soro antiofídico pode ser necessário
Conforme a avaliação médica, o paciente pode precisar de soro antiofídico para neutralizar a ação da toxina no organismo. O soro é a principal ferramenta usada em hospitais para reverter os efeitos do veneno de serpentes peçonhentas.
Cercada por vegetação nativa, a região do acidente tem trilhas frequentadas por moradores de Imbituba e visitantes. O destino turístico atrai pessoas interessadas em contato com a natureza, mas exige atenção ao caminhar por áreas de mata fechada.
Casos como esse reforçam a necessidade de cautela ao explorar trilhas próximas a áreas de vegetação densa, onde serpentes costumam se abrigar. Usar calçados fechados e evitar pisar em folhagem alta são medidas simples que ajudam a reduzir o contato acidental com animais peçonhentos.










