Os carros elétricos estão cada vez mais em alta no mercado automotivo brasileiro. No entanto, para conquistar espaço em um mercado com concorrentes como BYD e GWM, é preciso ganhar a confiança do consumidor em um país onde a marca ainda é desconhecida.
Neste cenário, uma gigante montadora chinesa está prestes e a desembarcar no Brasil. A DFM estreará no país comercializando cerca de 11 carros. Inicialmente, serão trazidos apenas modelos 100% movidos a bateria. Concessionárias poderão comercializar os modelos elétricos Box e Vigo, enquanto o grupo também reúne a Voyah (modelos de luxo 100% elétricos) e a MHero (veículos elétricos off-road de alto padrão).
Box mira o segmento de entrada
Pensado para disputar espaço com o BYD Dolphin Mini e o Geely EX2, o Box traz motor dianteiro com 95 cv de potência e torque de 16 kgfm. A bateria tem capacidade de 43,8 kWh.
O visual aposta em linhas curvas, maçanetas escondidas na carroceria e traseira reta, num desenho que busca destacar o modelo da concorrência. Dentro, chama atenção uma tela central de 12,3 polegadas sem nenhum botão físico. O câmbio fica embutido na coluna de direção, e o acabamento dos bancos lembra a costura usada em estofados de sofás.
Vigo entra na briga dos SUVs médios
Já o Vigo foi desenhado para rivalizar com o BYD Yuan Pro, o GWM Ora 5 e o Hyundai Creta, num porte semelhante ao desses concorrentes diretos. O conjunto mecânico soma 165 cv de potência e 23 kgfm de torque, com bateria de 51,8 kWh de capacidade.
O interior aposta num acabamento discreto, com painel totalmente digital. O modelo também traz carregador por indução para celular e abertura elétrica do porta-malas.
Garantia estendida e primeira loja em Curitiba
A primeira concessionária física da marca deve funcionar em Curitiba, no Paraná. A maioria das lojas deve estar pronta em meados de outubro. Os primeiros veículos para testes chegam em outubro, e as entregas dos carros comprados devem começar em meados de novembro.
E de 10 anos, sem limite de quilometragem, para o motor elétrico e a bateria. A estratégia busca reduzir o efeito do desconhecimento da marca no mercado nacional.










