Coluna
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Estamos vivendo o início de um novo ciclo nos serviços de terceirização, com crescimento na profissionalização, capacitação e quebra de paradigmas. É uma evolução pautada pelo mercado. As empresas querem mais do que contratar mão de obra, querem o serviço de gestão acoplado à essa mão de obra.
Do outro lado, também está havendo mudanças. As empresas que locam a mão de obra passaram a contar com profissionais mais bem pagos e que recebem benefícios, o que evita o prejudicial turnover.
Quem nos atualiza sobre essas novas tendência é o empresário Fabio Renaux, CEO e fundador da Renaux Service Gestão e Serviços. Conversamos sobre esse novo momento do outsourcing e as oportunidades que traz para quem presta o serviço, mas sobretudo para quem contrata. Ele é o meu entrevistado desta semana no podcast Diario Econômico, que já está no ar.
Qual sua dor?
“Hoje, antes de elaborar uma proposta, é preciso fazer uma visita técnica à empresa e entender seu modelo de negócio, sua cultura e suas dores”, explica Renaux. Segundo ele, o setor industrial segue como maior aderente ao outsourcing.
Lei
As mudanças foram impulsionadas pela Lei N. º 13.467/2017. Vigorando no país desde 2018, a lei abriu caminho para mudanças nos serviços de terceirização. Antes dela, terceirizar a atividade fim era algo improvável. Hoje é realidade.
Indústria
De acordo com o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, do Observatório da Indústria, o Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas em ocupações industriais, até 2025. A tendência entre as empresas desse setor, é terceirizar, de 50% a 70% da mão de obra, de acordo com pesquisas feita pela Deloitte.
Síntese
Então, o resumo da ópera é o seguinte: as mudanças no setor estão colocando as empresas que terceirizam serviços em lados opostos: de um lado ficam as que locam apenas mão de obra e, do outro, as que se dedicam também à gestão dos serviços dentro da organização do cliente. O podcast está no ar nos nossos canais do Youtube e Spotify.
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