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INVESTIGAÇÃO

Polícia descarta bomba após bolsa ser jogada em frente ao STF

Bolsa foi jogada nesta quinta-feira (1º) em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, a três dias das eleições presidenciais

AFP

Publicado: 02/10/2026 às 06:25

A polícia brasileira está investigando uma possível bomba colocada em uma mochila jogada do lado de fora do Supremo Tribunal Federal, informou a mais alta corte do país em 1º de outubro de 2026, três dias antes do início das eleições presidenciais./EVARISTO SA / AFP

A polícia brasileira está investigando uma possível bomba colocada em uma mochila jogada do lado de fora do Supremo Tribunal Federal, informou a mais alta corte do país em 1º de outubro de 2026, três dias antes do início das eleições presidenciais. (EVARISTO SA / AFP)

A Polícia Militar descartou a presença de explosivos em uma bolsa que foi jogada nesta quinta-feira (1º) em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, informou a Corte, a três dias das eleições presidenciais.

Um suspeito “tentou pular as grades da Corte” e “arremessou uma mochila sobre o ponto de ônibus”, o que acionou o protocolo de segurança, informou o Supremo em nota.

Uma dezena de viaturas foi ao local e o acesso foi restringido, constatou um jornalista da AFP.

As autoridades examinaram a bolsa em busca de “um explosivo”, disse o major Raphael Broocke, porta-voz da Polícia Militar (PM) do Distrito Federal. Após analisar o conteúdo, porém, constatou-se que se tratava “apenas de itens pessoais”, detalhou Broocke à AFP.

O suspeito, que resistiu à prisão, permanecerá detido enquanto é investigado, acrescentou o porta-voz.

O episódio ocorre a poucos dias de uma eleição em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) busca a reeleição contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O STF esteve no centro da campanha, abalada pela crise do Banco Master.

Em novembro de 2024, um homem detonou explosivos na área e morreu em frente ao tribunal. A região também foi palco dos eventos de 8 de janeiro de 2023, quando simpatizantes do ex-presidente Jair Bolsonaro, pai de Flávio, invadiram e depredaram as sedes dos três poderes.

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