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Governo de Pernambuco estima receita de R$ 57,4 bilhões em 2027

Projeto estabelece as diretrizes que vão orientar a elaboração do Orçamento de 2027 e fixa as prioridades da administração estadual

Por Diario de Pernambuco

Proposta considera a capacidade financeira do Estado e o planejamento das despesas para áreas consideradas prioritárias

O Governo de Pernambuco encaminhou à Assembleia Legislativa (Alepe), nesta sexta-feira (1º), o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027. A proposta estima receita total de R$ 57,4 bilhões para o próximo exercício e estabelece as prioridades e metas fiscais que irão orientar a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA).

De acordo com o projeto, as despesas primárias estão concentradas principalmente em gastos com pessoal e encargos sociais, estimados em R$ 26,5 bilhões, além de R$ 21,9 bilhões destinados às demais despesas correntes. Os valores integram a programação das despesas primárias e não correspondem ao total do orçamento estadual.

O projeto estabelece as diretrizes que vão orientar a elaboração do Orçamento de 2027 e fixa as prioridades da administração estadual, além das metas fiscais e dos parâmetros para a execução das despesas públicas. Após o envio, o texto será analisado pelos deputados estaduais antes de ser votado pela Alepe.

As projeções do governo também indicam crescimento gradual da arrecadação nos anos seguintes. Segundo o PLDO, a receita total estimada para 2028 é de R$ 59,2 bilhões, enquanto para 2029 a previsão é de R$ 63,1 bilhões.

Elaborada pela Secretaria de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional (Seplag-PE), a proposta considera a capacidade financeira do Estado e o planejamento das despesas para áreas consideradas prioritárias, como saúde, educação, segurança pública e assistência social.

Segundo o secretário de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional, Fabrício Marques, o projeto busca manter o equilíbrio das contas públicas e preservar espaço para investimentos. "O projeto que elaboramos segue o princípio do equilíbrio das contas do Estado, as prioridades estabelecidas em áreas como saúde, educação, segurança, assistência social, além de reforçar o espaço para investimentos estruturantes", afirmou.