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Esposa de Lito Sousa revela se ele recuperou os movimentos da mão após tratamento

Mila Seidl fala de boato sobre recuperação de movimentos e desabafa. Ela lamentou a necessidade de desmentir informações falsas constantemente

Por Estado de Minas

Mila negou que a família tenha sido privilegiada por Lito ser conhecido

Mila Seidl, esposa de Lito Sousa, negou nesta sexta-feira (25) que o marido tenha recuperado parte dos movimentos da mão esquerda após o uso de um medicamento experimental. A informação começou a repercutir nas redes sociais durante a manhã.

Em conversa com a Quem, Mila lamentou a necessidade de desmentir informações falsas constantemente. "Preciso de um tempo. Está demais senão eu fico o dia todo desmentindo coisas e com tantas coisas para fazer", desabafou.

O piloto e influenciador, conhecido pelo canal do YouTube Aviões e Músicas, foi diagnosticado com a Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ). A condição cerebral rara, grave e sem cura surgiu em meio a um tratamento de câncer de próstata.

Lito parou de gravar vídeos assim que recebeu o diagnóstico da DCJ. Atualmente, ele lida com a rápida progressão da doença, que causa um quadro clínico de demência, perda de memória, tremores e outros sintomas neurológicos. A mobilidade de Lito está reduzida, conforme relatado por Mila anteriormente.

O youtuber não foi aceito em estudos internacionais, mas iniciou o uso de um medicamento experimental. A importação do produto exigiu uma autorização excepcional da Anvisa.

Mila negou que a família tenha sido privilegiada por Lito ser conhecido. "Isso não é uma regalia nossa. É um direito de qualquer pessoa que está numa situação semelhante. A dificuldade é que essas informações não são claras", afirmou.

Ela também explicou que Lito não está mais em homecare e se encontra internado na UTI, sem receber visitas. A permissão é concedida apenas para ela, as irmãs do youtuber e um amigo do casal, Mauro, conforme um desejo pré-determinado por Lito.

A empresária, que mora longe do hospital, comentou sobre a rotina exaustiva. "Está cansativo esse negócio de ir e voltar todo dia. São quatro horas por dia, eu fico no trânsito. Já são quase três meses, então está bem cansativo", comentou.