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Trio artístico une teatro e cinema em performance virtual gratuita

Publicado em: 22/09/2020 18:15

Eu, Mariposa, grito! é inspirada na história da jornalista e ativista alemã Ulrike Meinhof, que foi presa e imposta a uma cela branca com privação dos sentidos (Foto: Reprocução/Ana Marinho
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Eu, Mariposa, grito! é inspirada na história da jornalista e ativista alemã Ulrike Meinhof, que foi presa e imposta a uma cela branca com privação dos sentidos (Foto: Reprocução/Ana Marinho )

Uma experiência que passeia pelo teatro e pelo cinema, permeado pelo olhar feminino e reflete sobre o período de confinamento, imposto pela pandemia do novo coronavírus. Esta é a proposta do projeto virtual Eu, Mariposa, grito!, idealizado pelas artistas Ana Marinho (PB), Anny Stone (PE) e Bruna Leite (PE). O trio apresenta nesta quarta-feira (23), às 19h, um ensaio aberto de performance seguido de debate. O encontro é gratuito, para ter acesso ao link, é preciso enviar email para: euanaulrike@gmail.com.

O projeto surgiu a partir de encontros criativos online entre as três artistas que logo estabeleceram um cronograma de ensaios, a princípio estimuladas a realizar um vídeo-performance, mas durante o fazer se estabeleceu como uma experiência de teatro virtual, com texto adaptado por Ana Marinho da peça de Dario Fo e Franca Rame, mesclado com textos de Anny Stone.

Eu, Mariposa, grito!
é inspirada na história da jornalista e ativista alemã Ulrike Meinhof, que foi presa e imposta a uma cela branca com privação dos sentidos. Ela morreu em 1976, enforcada, não se sabe se por suicídio ou assassinato. Sua história inspirou a peça Eu, Ulrike, grito!, escrita por Dario Fo e Franca Rame. A reflexão sobre a obra se estendeu ao período de isolamento social, em que as pessoas passaram a se sentir confinadas em suas próprias casas.

"Anny Stone começou escreveu sobre as mariposas e os insetos que invadem nossas casas quando finalmente a habitamos mais do que nunca. A atriz Ana Marinho uniu esses textos, criando uma fenda temporal numa performance única. A direção ficou por conta de Anny Stone e Bruna Leite, que junto com Ana construíram uma partitura de movimentos, uma atmosfera acumulada, um cenário caseiro que traduz a prisão contemporânea, 'as mariposas'", explica o manifesto do trio.
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