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Equipes de produção de Hollywood suspendem greve após acordo

Publicado em: 18/10/2021 07:20

 (Foto: PATRICK T. FALLON / AFP)
Foto: PATRICK T. FALLON / AFP
Após ameaça de interrupção das atividades da indústria cinematográfica prevista hoje, a greve das equipes de produção de Hollywood foi suspensa. O anúncio foi feito pelo principal sindicato do setor, após um acordo sobre as condições de trabalho dos funcionários técnicos da área.

A paralisação afetaria a produção de séries como The Mandalorian, The Last of Us e Invasão Secreta, e poderia ter efeitos maiores que o da greve dos roteiristas, nos anos de 2007 e 2008. Além de prejuízos multimilionários, a suspensão dos serviços causou grandes atrasos nas produções.

"É um final digno de um filme de Hollywood", disse Matthew Loeb, presidente do sindicato Iatse, que representa as dezenas de milhares de funcionários técnicos, em um comunicado emitido na noite de sábado (16).

Operadores de câmera, cenógrafos, figurinistas, maquiadores e outros trabalhadores por trás das câmeras ameaçaram uma greve a partir da meia-noite de domingo, devido à estagnação das negociações sobre um novo convênio coletivo. O acordo ainda precisa ser aprovado pelos membros do sindicato.

Após meses de negociações, a Aliança de Produtores de Cinema e Televisão (AMPTP) — que representa a Disney, Warner e Netflix — se recusou a aceitar algumas de suas demandas.

O acordo proposto "aborda questões fundamentais, como os períodos de descanso razoáveis, pausas para comer, um salário decente para os que estão na parte inferior da escala salarial e aumentos significativos de indenização" das empresas, segundo o comunicado do sindicato.

"Enfrentamos algumas das empresas de tecnologia e entretenimento mais ricas e poderosas do mundo e conseguimos um acordo com a AMPTP que satisfaz as necessidades de nossos membros", acrescentou Loeb.

Com a retomada das produções após um longo período de paralisação causado pela pandemia de Covid-19, o Iatse defende penalidades mais rígidas a serem aplicadas às produções que obrigarem seus membros a trabalhar durante os intervalos para o almoço, explicou o presidente da entidade.
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