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LITERATURA

Ignácio Loyola de Brandão é a Personalidade Literária do 63º Prêmio Jabuti

Publicado em: 03/05/2021 15:34 | Atualizado em: 03/05/2021 15:36

 (Foto: Leticia Gullo/Divulgação)
Foto: Leticia Gullo/Divulgação

Um dos mais célebres autores brasileiros, Ignácio de Loyola Brandão foi o convidado da  âmara Brasileira do Livro (CBL) para receber a homenagem Personalidade Literária do 63º Prêmio Jabuti. Na bagagem, o escritor traz consigo diversas reflexões, muitas histórias, ao menos 47 livros, além de inúmeras reportagens escritas no Brasil e em países como Itália e Alemanha. "Este convite salva a minha vida, reconhece a minha obra e justifica a minha história", resumiu, sobre o convite.

"É uma honra celebrar a vida e a obra de um autor que, em suas mais diversas formas de escrita, retrata tão bem o Brasil e toda a sua complexidade. Através de sua literatura abrangente, ele sempre nos convida a refletir sobre temas essenciais e que definem o nosso país", comenta Vitor Tavares, presidente da CBL.

Nascido em 1936, Ignácio de Loyola Brandão é natural de Araraquara, chegou em São Paulo em 1957 e trabalhou no jornal Última Hora, até 1966. Depois, editou as revistas Claudia, Realidade, Planeta, Lui, Ciência e vida e, finalmente, Vogue. Seu primeiro livro foi Depois do Sol, contos, em 1965. Publicou 47 livros, entre romances, contos, crônicas, viagens, infanto-juvenis e teatro. 

Entre seus livros mais conhecidos estão Zero, proibido na ditadura militar; Não verás país nenhum, Desta Terra Nada Vai Sobrar, Bebel que a cidade comeu, Dentes ao sol, Cadeiras proibidas, O beijo não vem da boca, O Anônimo Célebre, A altura e a largura do nada e O menino que vendia palavras. Venceu nas seguintes edições do Prêmio Jabuti:

2017
Categoria Contos e Crônicas - Se for pra chorar que seja de alegria

2015
Categoria Juvenil - Os Olhos Cegos dos Cavalos Loucos

2008
Livro do Ano Ficção e Categoria Infantil - O Menino que vendia Palavras

2000
Categoria Contos e Crônicas - O Homem que odiava a segunda-feira

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