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MATERIAIS

Pitty aposta em outras mídias além da música e da televisão

Publicado em: 17/02/2021 07:41 | Atualizado em: 17/02/2021 14:19

 (Foto: Pitty/Divulgação)
Foto: Pitty/Divulgação

Os fãs da cantora Pitty, e da banda homônima liderada por ela, têm à disposição uma abundância de materiais novos para consumir. Apresentadora do programa Saia justa, da GNT, a cantora participará da edição de verão do programa comandando os números musicais, ao lado de Gaby Amarantos. A nova temporada terá oito episódios.

Neste início de ano, Pitty divulgou uma grade de programação recheada para o seu canal na plataforma Twitch, com programas de domingo a sexta, em que ela promove conversas, entrevistas, números musicais e divulga lançamentos, em quadros como Radiola, Top 10, Casulo musical, O boteco, Luau sarau, Sexta sem lei e Na brisa. O canal foi lançado no ano passado e atinge milhões de espectadores.

Em dezembro, a artista lançou também o DVD duplo Matriz: arquivos completos. O material inclui um show ao vivo na concha acústica, com artistas baianos como Lazzo Matumbi, Larissa Luz, Russo Passapusso e Robertinho Barreto (BaianaSystem), e um making of com os bastidores do evento; episódios da minissérie Videotrackz, de videoartes produzidas por Pitty, durante a quarentena, e editados por Otavio Sousa; e videoclipes de seis músicas do álbum Matriz.

O álbum foi lançado em 2019, em um esquema diferente do habitual: primeiro, a banda saiu em turnê com as músicas novas, e só depois o álbum foi lançado. Durante a confecção do disco, o diretor Otavio Sousa, parceiro de longa data, captou imagens do que viria a se tornar o documentário Matriz.doc, que estreou em setembro no festival In-Edit.

O longa-metragem registra o retorno da artista às origens baianas, em termos culturais, afetivos e estéticos. Em uma das cenas, Pitty volta ao local onde tudo começo, o Café Calypso, foco da resistência underground, em Salvador, nos anos 1990.

"Foi demais! Emocionante e necessário. Pensar que aquele lugar, que teve uma fase tão importante para a cena, para a vida alternativa da cidade, ainda existe e pôde ser revisitado é um resgate. É ilustrar essa história, de onde vieram essas bandas, o que é o rock baiano, e, consequentemente, o porquê do meu trabalho e essência. É o CBGB’s de Salvador, man", diz Pitty, em entrevista ao Correio/Diario.

Otavio também comenta esse retorno, do ponto de vista do filme: "Eu pensava em mil coisas, e isso era desesperador, principalmente no começo das gravações. Depois, me deixei levar, e assim foi durante pouco mais de um ano, tempo mais do que suficiente para surgirem composições completamente diferentes, que nos levaram à Bahia de forma figurativa e literal."
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