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Bom Sucesso: Marcos avisa a Natasha que não quer compromisso com ela. Confira o resumo da terça

Publicado em: 15/10/2019 05:00

Foto: Globo/Reprodução
Terça-feira
Alberto diz a Paloma que ela lhe trouxe a alegria de volta. Marcos agradece Paloma. Ramon hostiliza Waguinho, que é defendido por Elomar e Francisca. Nana pede a Paloma para voltar a trabalhar na mansão. Mário avisa a Silvana que o médico disse que há chances de sua visão voltar com o tempo. William aconselha Gisele a esquecer Diogo e ficar com Yuri. Marcos avisa a Natasha que não quer compromisso com ela. Paloma pede a opinião da família para o convite que Nana lhe fez, para trabalhar de novo na mansão.

Confira os outros resumos da semana:

Quarta-feira
Ramon não concorda com o retorno de Paloma para a mansão. William entrega a Gisele a medalha que Yuri esqueceu. Alice e Gabriela pedem a Paloma para não voltar a trabalhar para Alberto. Gisele e Yuri se beijam. Ramon vibra ao saber que conseguiu o apoio da NBA para o projeto de basquete na quadra de Bonsucesso. Ramon fica decepcionado quando Alice lhe conta que Paloma decidiu voltar a trabalhar na mansão. Alberto promete a Paloma que irá ajudá-la a realizar seus sonhos. Ramon termina seu noivado com Paloma.

Quinta-feira
Paloma conversa com Ramon. Paloma e Ramon avisam aos filhos que continuarão a ser uma família mesmo com a separação. Francisca diz a Ramon que irá ajudá-lo a escrever o projeto para a NBA. Natasha comenta com Marcos que percebe que há algo mal resolvido entre ele e Paloma. Nana faz o exame de gravidez e o resultado dá positivo, mas ela se desespera por não saber quem é o pai do filho que espera. Paloma encontra o exame de Nana e pergunta se ela está grávida.

Sexta-feira
Nana pede segredo a Paloma sobre sua gravidez. Gisele se assusta com a intenção de Diogo de envenenar Alberto. Paloma pede a Ramon para voltar para casa. Diogo coloca o veneno na xícara que está à frente do local em que Alberto costuma sentar à mesa. Gisele fica apavorada ao ver que Sofia sentou no lugar de Alberto. Paloma sugere que as xícaras sejam trocadas como a brincadeira de escravo de Jó, o que faz com que Diogo não saiba mais qual a xícara que contém o veneno. Alberto convida todos a tomarem o chá.

Sábado
Diogo finge um mal-estar para impedir que alguém tome o chá envenenado. Gisele ameaça se afastar de Diogo. Paloma não diz a Marcos que seu noivado com Ramon terminou. Ramon confessa a Francisca que ainda é apaixonado por Paloma. Diogo flagra Gisele com Yuri e os ameaça. Gisele avisa a Diogo que Nana está grávida, e o advogado comemora. Mário consola Silvana, que fica abalada com a morte de sua personagem no final da novela. Diogo conta à família que Nana está grávida.
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Resistência nordestina em cartaz

Diego Rocha *
Celebrando a resistência da arte nordestina e a arte nordestina de resistir, o 21º Festival Recife do Teatro Nacional está em cartaz na cidade para confirmar a vocação de um povo à resiliência e à criatividade. Até o próximo dia 24, a programação montada com muita assertividade pela Prefeitura do Recife irá apresentar 12 espetáculos em vários teatros da cidade, entre eles seis montagens nacionais jamais vistas na capital do Nordeste.
Mas não está toda no ineditismo a urgência que esses espetáculos carregam. Mas também e principalmente na referência e reverência que muitos fazem à estética e às temáticas fincadas no árido solo fértil do Nordeste. Alguns textos, como o da montagem Ariano %u2013 O Cavaleiro Sertanejo, da companhia carioca Os Ciclomáticos sequer foram produzidos no Nordeste. Mas sabem, bebem e comungam do povo que somos. Foram buscar inspiração em autores ensolarados como Ariano Suassuna e os tantos tipos e símbolos que ele fundou e transportou do imaginário nordestino para o mundo.
Há na programação citações ainda mais explícitas à nossa produção teatral. Parido do punho do próprio Ariano, em carne e pena, o clássico Auto da Compadecida chega ao Festival com sotaque mineiro, numa belíssima montagem do Grupo Maria Cutia, com a direção cênica precisa e sensível de Gabriel Villela, que conseguiu unir a cultura do cangaço pernambucano ao barroco mineiro, sem sair da trilha aberta pelo Movimento Armorial de Ariano.
São montagens que nos representam e, ao mesmo tempo, nos apresentam a nós mesmos, além de nos hastear bandeira a congregar territórios artísticos, afetivos e cívicos, num país assombrado e repartido por um projeto de poder excludente. Em cima e embaixo dos palcos, durante e depois do 21º Festival Recife do Teatro Nacional, que a arte e a força nordestina persistam farol aceso a nos guiar.

* Presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife

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