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TODXS NÓS

Após sucesso de 'Euphoria', HBO investe em série com temática LGBTQ brasileira

Por: FolhaPress

Publicado em: 31/10/2019 14:59 | Atualizado em: 31/10/2019 15:34

A novidade gira em torno da protagonista Rafa (Clara Gallo), uma jovem de 18 não-binária e pansexual (Foto: Divulgação)
A novidade gira em torno da protagonista Rafa (Clara Gallo), uma jovem de 18 não-binária e pansexual (Foto: Divulgação)
Depois de um ano recheado de sucessos como "Game of Thrones", "Euphoria", "Chernobyl" e "Watchman", a HBO anuncia seus lançamentos de 2020. A única produção nacional anunciada até então é "Todxs Nós", série de ficção que aborda temáticas LGBTQIA+, além de racismo e assédio.
 
Com oito episódios de meia hora, a novidade gira em torno da protagonista Rafa (Clara Gallo), uma jovem de 18 não-binária e pansexual, que sai da casa dos pais no interior para viver em São Paulo com seu primo, Vini (Kelner Macêdo), e a colega de casa dele, Maia (Juliana Gerais).
 
"Rafa tem muita sede de viver, age pelo coração e passa por coisas muito intensas", adiantou Gallo em evento de lançamentos da HBO nesta quinta-feira (31). "Rafa chega desestabilizando toda a ordem, fazendo o Vini questionar várias coisas", acrescentou Macêdo.
 
A terceira atriz do elenco principal, Juliana Gerais, deu mais detalhes sobre sua personagem e  salientou a relevância dela: "[A Maia é] Uma personagem super importante, uma mulher negra, feminista e vegana [...] A série contempla muito o que é ser jovem em São Paulo e LGBT".
 
Se analisados trechos da série já exibidos à imprensa, a construção das temáticas e estética podem ser comparadas às da série norte-americana "Euphoria", protagonizada por Zendaya. O próprio elenco de "Todxs Nós" afirmou que a série "conversa muito" com os assuntos da nova produção.
 
"Essa série reúne algumas das histórias mais incríveis de pedidos de ajuda dessa geração [mais jovem]", disse o CVP da HBO Networks da América Latina, Gustavo Grossman, em referência a "Euphoria".
 
Grossman também garantiu que 2020 terá tantas produções quanto 2019. A primeira delas chega já no dia 12 de janeiro, "The Outsider", que se baseia no livro homônimo de Stephen King e explora o assassinato de uma criança e uma força misteriosa acerca do caso.
 
Em seguida devem chegar "The Undoing", que foca na vida de uma terapeuta (Nicole Kidman) após a repentina morte do marido; "I Know This Much Is True", com Mark Rufallo interpretando gêmeos em um drama familiar marcado por sacrifícios e perdão no século 20; a comédia "Avenue 5", sobre turismo no sistema solar daqui a 40 anos; "Run", que mostra uma mulher lidando com um antigo pacto de auto-reinvenção; e "Entre Homens", minissérie argentina que explora o submundo do crime em 1996. Espera-se também a estreia da série "His Dark Materials", que não teve previsão de estreia divulgada.
 
Estão confirmadas, ainda, novas temporadas das séries "Westworld", "Insecure", "A Amiga Genial", "High Maintenance" e "Club Your Enthusiasm". 
 
Outro destaque de 2020 para o canal é o catálogo de filmes, cada vez mais atualizado e relevante para o público da plataforma. "Coringa", "It - Capítulo 2", "MIB: Homens de Preto Internacional", "Jumanji: Próxima Fase", "Homem-Aranha: Longe de Casa", "Shazam", "Godzilla II: Rei dos Monstros", "Doutro Sono", "Era uma Vez em... Hollywood", "Zumbilândia: Atire Duas Vezes", "Pokémon: Detetive Pikachu" e "Angry Birds 2: O Filme" são algumas das produções esperadas. "A HBO nasceu como um canal de filmes e eles são muito importantes para nós", diz Grossman.
 
E GAME OF THRONES?
 
Logo após a temporada final de "Game of Thrones", foi anunciada uma série derivada chamada "The Long Night", que teria Naomi Watts no elenco principal e mostraria a origem dos White Walkers. No entanto, nos últimos dias, a produção foi cancelada pela HBO antes de ter sua primeira temporada gravada.
 
Ao mesmo tempo, um novo spin-off foi anunciado, "House of The Dragon", que deverá ter dez episódios e se concentrará em um período mais próximo de "Game of Thrones", a 300 anos antes da série original. Gustavo Grossman, no entanto, afirma que a série "não é para 2020".
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