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Televisão HBO libera sinopses de episódios da sétima temporada de Game Of Thrones Primeiro episódio da nova temporada vai ao ar no dia 16 de julho

Por: Viver/Diario - Diario de Pernambuco

Publicado em: 07/07/2017 17:40 Atualizado em:

Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) aparece em destaque nas sinopses dos três primeiros episódios. Foto: HBO/Divulgação
Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) aparece em destaque nas sinopses dos três primeiros episódios. Foto: HBO/Divulgação

A HBO divulgou os títulos e as sinopses dos três primeiros episódios da aguardada sétima temporada de Game of thrones. A produção, sucesso mundial de audiência, retorna às telas no domingo 16 de julho, às 22h, com o episódio Dragonstone (A pedra do dragão), e segue com Stormborn (Nascida da tormenta), no dia 23, e The queen’s justice (A justiça da rainha), na semana seguinte. Baseada na saga dos best-sellers de George R.R. Martin, a série narra uma batalha épica pelo poder em um vasto e violento reino.

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Apesar de não trazerem muitos detalhes sobre a produção, as sinopses divulgadas são suficientes para gerar especulações entre os fãs, ansiosos pelo retorno da série. As descrições têm em comum a forte presença de Daenerys Targaryen, personagem de Emilia Clarke. Outra dica está no terceiro episódio, A justiça da rainha, que insinua um alinhamento com a trajetória de Cersei Lannister (Lena Headey).

Em entrevista ao The New York times, a atriz Lenna Headey comentou sobre o momento de sua personagem na sétima temporada da séria e sobre quem deverá assumir o Trono de Ferro. "Não pode ser eu porque já estou lá. Então eu estou f***da", afirmou, com bom humor, comentando que Cersei "não está se divertindo" com sua atual situação. "Aparentemente, o inverno realmente está chegando, finalmente", atestou sobre a nova etapa.

Leia as sinopses da sétima temporada:

Primeiro episódio (16 de julho): Dragonstone (Pedra do dragão)
Jon (Kit Harington) organiza a defesa do Norte. Cersei (Lena Headey) tenta equilibrar as chances. Daenerys (Emilia Clarke) chega em casa. Escrito por David Benioff e DB Weiss; dirigido por Jeremy Podeswa.

Segundo episódio (23 de julho): Stormborn (Nascida da tormenta)
Daenerys (Emilia Clarke) recebe um visitante inesperado. Jon (Kit Harington) enfrenta uma revolta. Tyrion (Peter Dinklage) planeja a conquista de Westeros. Escrito por Bryan Cogman; dirigido por Mark Mylod.

Terceiro episódio (30 de julho): The queen’s justice (A justiça da rainha)
Daenerys (Emilia Clarke) realiza uma reunião de tribunal. Cersei (Lena Headey) devolve um presente. Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) aprende com seus erros.  Escrito por David Benioff e DB Weiss; dirigido por Mark Mylod.

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Resistência nordestina em cartaz

Diego Rocha *
Celebrando a resistência da arte nordestina e a arte nordestina de resistir, o 21º Festival Recife do Teatro Nacional está em cartaz na cidade para confirmar a vocação de um povo à resiliência e à criatividade. Até o próximo dia 24, a programação montada com muita assertividade pela Prefeitura do Recife irá apresentar 12 espetáculos em vários teatros da cidade, entre eles seis montagens nacionais jamais vistas na capital do Nordeste.
Mas não está toda no ineditismo a urgência que esses espetáculos carregam. Mas também e principalmente na referência e reverência que muitos fazem à estética e às temáticas fincadas no árido solo fértil do Nordeste. Alguns textos, como o da montagem Ariano %u2013 O Cavaleiro Sertanejo, da companhia carioca Os Ciclomáticos sequer foram produzidos no Nordeste. Mas sabem, bebem e comungam do povo que somos. Foram buscar inspiração em autores ensolarados como Ariano Suassuna e os tantos tipos e símbolos que ele fundou e transportou do imaginário nordestino para o mundo.
Há na programação citações ainda mais explícitas à nossa produção teatral. Parido do punho do próprio Ariano, em carne e pena, o clássico Auto da Compadecida chega ao Festival com sotaque mineiro, numa belíssima montagem do Grupo Maria Cutia, com a direção cênica precisa e sensível de Gabriel Villela, que conseguiu unir a cultura do cangaço pernambucano ao barroco mineiro, sem sair da trilha aberta pelo Movimento Armorial de Ariano.
São montagens que nos representam e, ao mesmo tempo, nos apresentam a nós mesmos, além de nos hastear bandeira a congregar territórios artísticos, afetivos e cívicos, num país assombrado e repartido por um projeto de poder excludente. Em cima e embaixo dos palcos, durante e depois do 21º Festival Recife do Teatro Nacional, que a arte e a força nordestina persistam farol aceso a nos guiar.

* Presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife

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