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Audição Músicas de Taylor Swift voltam aos serviços de streaming Cantora travou briga com o Spotify em 2014 alegando que o retorno financeiro do serviço era muito baixo

Por: Estado de Minas

Publicado em: 09/06/2017 17:18 Atualizado em: 09/06/2017 17:43

Discografia de Taylor Swift está de volta ao catálogo do Spotify. Foto: Robyn Beck/AFP
Discografia de Taylor Swift está de volta ao catálogo do Spotify. Foto: Robyn Beck/AFP


Na última quinta-feira (8), Taylor Swift colocou um ponto final em sua batalha contra os serviços de streaming. A cantora afirmou que voltará a disponibilizar suas músicas em plataformas como Spotify e Tidal. A informação foi publicada em um anúncio na página oficial de Taylor no Facebook.

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"Em comemoração por 1989 ter vendido mais de 10 milhões de álbuns em todo o mundo e o anúncio da certificação RIAA por ter vendido 100 milhões de canções, Taylor quer agradecer seus fãs disponibilizando todo seu catálogo de volta para todos os serviços de streaming", diz a nota.

Em 2014, na ocasião do lançamento do disco, Taylor Swift removeu todos seus trabalhos dos catálogos de serviço de streaming alegando que o lucro destas plataforma era irrisório para os artistas. À época, ela se posicionou contrária ao fato de existir uma versão gratuita do Spotify, já que isso diminui o repasse de valores para os artistas.

Depois disso, a cantora se tornou exclusiva da Apple Music, já que o serviço não oferece pacote gratuito. Os discos já disponíveis são: Taylor Swift (2006), Fearless (2008), Speak now (2010), Red (2012) e 1989 (2014). Entre os hits da cantora estão as músicas Shake it off, Blank space, We are never getting back together e You belong with me.

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Resistência nordestina em cartaz

Diego Rocha *
Celebrando a resistência da arte nordestina e a arte nordestina de resistir, o 21º Festival Recife do Teatro Nacional está em cartaz na cidade para confirmar a vocação de um povo à resiliência e à criatividade. Até o próximo dia 24, a programação montada com muita assertividade pela Prefeitura do Recife irá apresentar 12 espetáculos em vários teatros da cidade, entre eles seis montagens nacionais jamais vistas na capital do Nordeste.
Mas não está toda no ineditismo a urgência que esses espetáculos carregam. Mas também e principalmente na referência e reverência que muitos fazem à estética e às temáticas fincadas no árido solo fértil do Nordeste. Alguns textos, como o da montagem Ariano %u2013 O Cavaleiro Sertanejo, da companhia carioca Os Ciclomáticos sequer foram produzidos no Nordeste. Mas sabem, bebem e comungam do povo que somos. Foram buscar inspiração em autores ensolarados como Ariano Suassuna e os tantos tipos e símbolos que ele fundou e transportou do imaginário nordestino para o mundo.
Há na programação citações ainda mais explícitas à nossa produção teatral. Parido do punho do próprio Ariano, em carne e pena, o clássico Auto da Compadecida chega ao Festival com sotaque mineiro, numa belíssima montagem do Grupo Maria Cutia, com a direção cênica precisa e sensível de Gabriel Villela, que conseguiu unir a cultura do cangaço pernambucano ao barroco mineiro, sem sair da trilha aberta pelo Movimento Armorial de Ariano.
São montagens que nos representam e, ao mesmo tempo, nos apresentam a nós mesmos, além de nos hastear bandeira a congregar territórios artísticos, afetivos e cívicos, num país assombrado e repartido por um projeto de poder excludente. Em cima e embaixo dos palcos, durante e depois do 21º Festival Recife do Teatro Nacional, que a arte e a força nordestina persistam farol aceso a nos guiar.

* Presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife

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