Diario de Pernambuco
Diario de Pernambuco
Notícia de Viver
Música Em conversa com fãs, Katy Perry indica que virá ao Brasil "Eu estou indo, só não foi anunciado ainda", disse a cantora que acaba de lançar seu quarto disco de estúdio, Witness

Por: Estado de Minas

Publicado em: 13/06/2017 12:13 Atualizado em:

Em 2015 Katy Perry se apresentou no Rock in Rio com a turnê do disco 'Prism' (2013).  Foto: Raul Aragão/I Hate Flash/Divulgação
Em 2015 Katy Perry se apresentou no Rock in Rio com a turnê do disco 'Prism' (2013). Foto: Raul Aragão/I Hate Flash/Divulgação

[FOTO2]Desde que lançou o quarto disco de estúdio, intitulado Witness, Katy Perry tomou conta da internet. Além de ter feito uma transmissão ao vivo que durou quatro dias no YouTube, a cantora respondeu às perguntas de fãs e indicou que vem ao Brasil com sua nova turnê.  Como de costume, os fãs brasileiros bombardearam a cantora perguntando quando ela voltaria ao país. Katy respondeu com o que eles queriam ouvir: "Não se preocupe Brasil! Eu estou indo, só não foi anunciado ainda. Vocês sabem", afirmou. 


A nova turnê de Katy Perry, com repertório baseado no disco mais recente, está programada para começar em setembro nos Estados Unidos. A artista já tem datas agendadas até junho de 2018. Portanto, provavelmente o show de Katy Perry no Brasil ocorrerá somente no segundo semestre do próximo ano. Katy já se apresentou no Brasil em outras oportunidades, ambas no festival carioca Rock in Rio, em 2011 e 2015. Além do Rio de Janeiro, ela também já se apresentou em São Paulo e Curitiba. 

Outros artistas internacionais confirmaram apresentações no país, incluindo o ex-One Direction Harry Styles. O inglês  se apresenta no Rio de Janeiro, no dia 27 de maio de 2018, na Jeunesse Arena, e em São Paulo, no dia 29, no Espaço das Américas. A série de apresentações, baseada no disto auto-intitulado, terá início em março, na Suíça, e seguirá pela Europa, Ásia, Oceania e América do Norte. Depois de passar pelo atentado de Manchester, Ariana Grande se prepara para desembarcar no Brasil, onde fará shows nos dias 29 de junho e 1º de julho, no Rio de Janeiro e em São Paulo, respectivamente. 

Assista ao clipe de Bon appétit:


Acompanhe o Viver no Faceboook: 



Sobre Vidas: Nivia e o empoderamento de mulheres no Coque
DP Auto na Tóquio Motor Show - Tudo sobre a Nissan
Sérum, pele natural, sombras coloridas e blush cremoso
Lula: sou um homem melhor do que aquele que entrou na cadeia

Resistência nordestina em cartaz

Diego Rocha *
Celebrando a resistência da arte nordestina e a arte nordestina de resistir, o 21º Festival Recife do Teatro Nacional está em cartaz na cidade para confirmar a vocação de um povo à resiliência e à criatividade. Até o próximo dia 24, a programação montada com muita assertividade pela Prefeitura do Recife irá apresentar 12 espetáculos em vários teatros da cidade, entre eles seis montagens nacionais jamais vistas na capital do Nordeste.
Mas não está toda no ineditismo a urgência que esses espetáculos carregam. Mas também e principalmente na referência e reverência que muitos fazem à estética e às temáticas fincadas no árido solo fértil do Nordeste. Alguns textos, como o da montagem Ariano %u2013 O Cavaleiro Sertanejo, da companhia carioca Os Ciclomáticos sequer foram produzidos no Nordeste. Mas sabem, bebem e comungam do povo que somos. Foram buscar inspiração em autores ensolarados como Ariano Suassuna e os tantos tipos e símbolos que ele fundou e transportou do imaginário nordestino para o mundo.
Há na programação citações ainda mais explícitas à nossa produção teatral. Parido do punho do próprio Ariano, em carne e pena, o clássico Auto da Compadecida chega ao Festival com sotaque mineiro, numa belíssima montagem do Grupo Maria Cutia, com a direção cênica precisa e sensível de Gabriel Villela, que conseguiu unir a cultura do cangaço pernambucano ao barroco mineiro, sem sair da trilha aberta pelo Movimento Armorial de Ariano.
São montagens que nos representam e, ao mesmo tempo, nos apresentam a nós mesmos, além de nos hastear bandeira a congregar territórios artísticos, afetivos e cívicos, num país assombrado e repartido por um projeto de poder excludente. Em cima e embaixo dos palcos, durante e depois do 21º Festival Recife do Teatro Nacional, que a arte e a força nordestina persistam farol aceso a nos guiar.

* Presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife

Galeria de Fotos
Grupo Diario de Pernambuco