Diario de Pernambuco
Diario de Pernambuco
Notícia de Viver
Cantoras pop Katy Perry explica origem do conflito com Taylor Swift Foi ela quem começou e é tempo de acabar com isso', disse a cantora em entrevista a James Corden

Por: Estado de Minas

Publicado em: 23/05/2017 22:04 Atualizado em: 23/05/2017 21:48

Katy Perry e Taylor Swift trocam farpas por meio de suas composições. Foto: AFP
Katy Perry e Taylor Swift trocam farpas por meio de suas composições. Foto: AFP
Mais do que confirmar rumores que davam conta de desentendimento entre Katy Perry e Taylor Swift, a primeira delas afirmou em entrevista a James Corden nesta segunda-feira, 22, que a guerra entre as duas é culpa da segunda. 

Katy Perry participou do quadro Carpool Karaoke, do The Late Late Show com Corden, no canal CBS, e esclareceu a richa com Taylor.

O motivo da rivalidade entre as duas começou há cerca de três anos. A razão? ''Três bailarinos'', afirmou Katty. ''Honestamente, foi ela quem começou e é tempo de acabar com isso. Tentei falar com ela sobre o assunto, mas não quis falar comigo'', acrescentou. 

''Faço a coisa certa sempre que sinto que as coisas vão se atrapalhar. Houve um silêncio total e depois ela escreveu uma música sobre mim e eu pensei: 'ok, boa, boa, boa, é desta forma que você quer lidar com isso? Karma!''', afirmou. 

Em seguida, o apresentador lhe questionou se o conflito tem alguma chance de chegar ao fim. ''Queria dizer que estou pronta para que toda esta situação acabe'', respondeu a cantora. ''Há uma lei de causa e efeito. Se fizar alguma coisa vai haver uma reação e acredite, vai mesmo haver uma reação. É uma questão de Karma, certo? Pessoalmente, acho que as mulheres têm de estar unidas e não separadas. Mulheres unidas vão curar o mundo''. 

Em 2014, Taylor Swift concedeu uma entrevista à revista Rolling Stone e afirmou que a música Bad blood, do disco 1989 (2014) foi inspirada em uma artista feminina, embora ela nunca tenha revelado a identidade da suposta 'inimiga'. ''Ela basicamente tentou sabotar a minha turnê'', disse, à época. ''Ela tentou contratar um conjunto de pessoas que iriam trabalhar comigo''. 

Na última sexta-feira, 19, Katy Perry lançou seu novo single, Swish swish, do disco Witness, com lançamento previsto para o dia 09 de junho. A canção, segundo a imprensa internacional, é uma soposta resposta à música de Swift. ''Eu vou continuar por aqui/ Por mais do que apenas um minuto, se acostume/Engraçado como o meu nome continua saindo da sua boca/ Porque eu continuo ganhando'', canta Katy Perry. 

Acompanhe o Viver no Facebook:




Entenda os riscos da escoliose para saúde
Primeira Pessoa com Bione
Sobre Vidas: Nivia e o empoderamento de mulheres no Coque
DP Auto na Tóquio Motor Show - Tudo sobre a Nissan

Resistência nordestina em cartaz

Diego Rocha *
Celebrando a resistência da arte nordestina e a arte nordestina de resistir, o 21º Festival Recife do Teatro Nacional está em cartaz na cidade para confirmar a vocação de um povo à resiliência e à criatividade. Até o próximo dia 24, a programação montada com muita assertividade pela Prefeitura do Recife irá apresentar 12 espetáculos em vários teatros da cidade, entre eles seis montagens nacionais jamais vistas na capital do Nordeste.
Mas não está toda no ineditismo a urgência que esses espetáculos carregam. Mas também e principalmente na referência e reverência que muitos fazem à estética e às temáticas fincadas no árido solo fértil do Nordeste. Alguns textos, como o da montagem Ariano %u2013 O Cavaleiro Sertanejo, da companhia carioca Os Ciclomáticos sequer foram produzidos no Nordeste. Mas sabem, bebem e comungam do povo que somos. Foram buscar inspiração em autores ensolarados como Ariano Suassuna e os tantos tipos e símbolos que ele fundou e transportou do imaginário nordestino para o mundo.
Há na programação citações ainda mais explícitas à nossa produção teatral. Parido do punho do próprio Ariano, em carne e pena, o clássico Auto da Compadecida chega ao Festival com sotaque mineiro, numa belíssima montagem do Grupo Maria Cutia, com a direção cênica precisa e sensível de Gabriel Villela, que conseguiu unir a cultura do cangaço pernambucano ao barroco mineiro, sem sair da trilha aberta pelo Movimento Armorial de Ariano.
São montagens que nos representam e, ao mesmo tempo, nos apresentam a nós mesmos, além de nos hastear bandeira a congregar territórios artísticos, afetivos e cívicos, num país assombrado e repartido por um projeto de poder excludente. Em cima e embaixo dos palcos, durante e depois do 21º Festival Recife do Teatro Nacional, que a arte e a força nordestina persistam farol aceso a nos guiar.

* Presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife

Galeria de Fotos
Grupo Diario de Pernambuco