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'Prefiro a ditadura', diz Amado Batista, que já foi torturado no regime militar

Cantor e compositor revelou que pretende votar em Jair Bolsonaro em 2018

Publicado: 05/04/2017 às 18:32

Cantor é convidado desta quarta do Programa do Porchat, na Record. Foto: Antonio Chahestian/Record TV/

Cantor é convidado desta quarta do Programa do Porchat, na Record. Foto: Antonio Chahestian/Record TV/

Cantor é convidado desta quarta do Programa do Porchat, na Record. Foto: Antonio Chahestian/Record TV

Com 40 anos de carreira, cerca de 35 milhões de discos vendidos e vídeos que ultrapassam 1 bilhão de visualizações na internet, Amado Batista é um dos grandes ícones da música romântica nacional. Convidado para participar do Programa do Porchat, comandado pelo humorista Fábio Porchat, que vai ao ar nesta quarta-feira (5), na Record, o artista comentou alguns episódios que marcaram sua história, entre eles o período em que foi preso e torturado durante a ditadura militar. "Prefiro a ditadura à essa anarquia que está hoje", disparou.

Entre os assuntos abordados no programa, Amado narrou o período em que foi preso durante a ditadura. "Fui preso na ditadura porque trabalhava em uma livraria e deixava os intelectuais lerem os livros proibidos (pela censura). Foi um mês de tortura e um mês de descanso", revela.

Apesar disso, ele não considera o regime ruim em determinadas situações. "Prefiro a ditadura à essa anarquia que está hoje. Adoro a democracia, mas como nos Estados Unidos, onde as leis são cumpridas", destaca. Ao ser questionado pelo apresentador a respeito de seu candidato na próxima eleição presidencial, a ser realizada em 2018, o cantor não pensa duas vezes e dispara: "Democraticamente, tem que ser Jair Bolsonaro".

Em outro momento, o músico fala sobre a rotulação musical na qual é enquadrado e o título de "cantor de música brega". E também é enfático: "Infelizmente, no nosso país, tudo o que é popular as pessoas têm certo preconceito. Bregas são as pessoas que me chamam de brega".

Outros aspectos de sua vida, como os dois aviões do quais é prorietário, também são tema da conversa. Amado diz que as aeronaves são necessárias para que ele possa cumprir a concorrida agenda de shows por todo o país e comenta, aos risos, situações inusitadas pelas quais passa com as fãs em suas apresentações. "Calcinha, elas jogam um monte. Eu guardo tudo... É lembrança", conta o artista, que afirma estar solteiro.

Na edição do Programa do Porchat, o artista ainda canta alguns de seus principais hits e faz uma surpresa para a mãe do humorista Paulo Vieira, Conceição, que é grande admiradora de seu trabalho. Fábio Porchat liga para ela e a coloca para conversar com o ídolo pelo celular.

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