Viver
O embate entre os gêneros sertanejo e rock é um viés abordado em Rock story, trama das 19h da Globo, assinada por Maria Helena Nascimento. Além do foco musical da trama, a novela também aborda questões sentimentais e familiares. É o caso do núcleo da atriz Suzy Rêgo, intérprete de Gilda no folhetim, casada com Haroldo (Paulo Betti) e mãe de Nicolau (Danilo Mesquita). "Gilda é uma mulher vigorosa, animada, entusiasmada, batalhadora, vaioda, com autoestima elevada", resume a atriz. A personagem surgiu depois de viver a impactante Beatriz, em Império.
Prestes a completar 50 anos, Suzy já atuou em quase 20 trabalhos na televisão. O Recife faz parte da história da atriz. Ela é filha de pais potiguares, nasceu no Rio de Janeiro, morou na capital pernambucana até os 17 anos e, há quase 30, vive em São Paulo. Antes de se firmar como atriz da Globo, a carioca foi eleita Miss Pernambuco em 1984. É mãe de dois gêmeos, de 7 anos. O desafio é conciliar a vida de atriz com a de mãe.
O que tem achado da repercussão da novela?
As críticas sempre muito elogiosas ao trabalho dos autores, ao trabalho da direção, do elenco. A novela sempre sendo citada nas redes sociais, as pessoas acompanham muito, gostam da trama, comentam. Para nós, tudo isso é muito incentivador.
Você contracena novamente com Paulo Betti, após os encontros em Império. O que pode falar dessa parceria com ele?
Em Império, gravei só duas ou três cenas com o Paulo Betti e ali nós éramos desafetos na trama. Tive a oportunidade de conhecê-lo um pouco nos bastidores, sempre muito doce, muito educado, agradável. Agora, tenho convivido com ele quase que diariamente. O Paulo é muito tranquilo, carinhoso, ótimo colega, gosta muito de conversar, tem sempre uma sugestão de um bom filme, um bom livro, de uma boa peça, de uma boa tradução de texto. As gravações às vezes são muito puxadas, em dias de muito calor, tanto durante o dia quanto à noite, ficamos muitas horas na nossa cidade cenográfica ou dentro dos estúdios, mas nós somos fáceis no trato. É divertido.
Qual personagem da sua carreira você destacaria como a mais comovente?
Beatriz foi uma personagem super marcante, com uma carga dramática muito forte. Me aproximou do José Mayer, de quem eu já era admiradora; passei a ficar próxima a ele. Foram meses incríveis de muito aprendizado. O Zé é um lorde, um estudioso. Foi uma riquíssima parceria, assim como foi com o Joaquim Lopes e com a Juliana Boller, aquele grupinho que fazia a nossa família. Muitos vinham elogiar a Beatriz pela coragem e também pela fibra, o que me deixava cada vez mais empolgada, cada vez mais entregue a contar bem a história dela.
Ainda acompanha a produção cultural de Pernambuco?
Tenho o prazer de ver alguns colegas. O Tuca Andrada é um colega que é pernambucano. A Patrícia França também; Fabiana Karla é uma humorista incrível. Além de novos talentos, como Irandhir Santos e o Jesuíta Barbosa. Mônica Feijó, uma cantora fantástica, é minha amiga de adolescência.
Prestes a completar 50 anos, Suzy já atuou em quase 20 trabalhos na televisão. O Recife faz parte da história da atriz. Ela é filha de pais potiguares, nasceu no Rio de Janeiro, morou na capital pernambucana até os 17 anos e, há quase 30, vive em São Paulo. Antes de se firmar como atriz da Globo, a carioca foi eleita Miss Pernambuco em 1984. É mãe de dois gêmeos, de 7 anos. O desafio é conciliar a vida de atriz com a de mãe.
O que tem achado da repercussão da novela?
As críticas sempre muito elogiosas ao trabalho dos autores, ao trabalho da direção, do elenco. A novela sempre sendo citada nas redes sociais, as pessoas acompanham muito, gostam da trama, comentam. Para nós, tudo isso é muito incentivador.
Você contracena novamente com Paulo Betti, após os encontros em Império. O que pode falar dessa parceria com ele?
Em Império, gravei só duas ou três cenas com o Paulo Betti e ali nós éramos desafetos na trama. Tive a oportunidade de conhecê-lo um pouco nos bastidores, sempre muito doce, muito educado, agradável. Agora, tenho convivido com ele quase que diariamente. O Paulo é muito tranquilo, carinhoso, ótimo colega, gosta muito de conversar, tem sempre uma sugestão de um bom filme, um bom livro, de uma boa peça, de uma boa tradução de texto. As gravações às vezes são muito puxadas, em dias de muito calor, tanto durante o dia quanto à noite, ficamos muitas horas na nossa cidade cenográfica ou dentro dos estúdios, mas nós somos fáceis no trato. É divertido.
Qual personagem da sua carreira você destacaria como a mais comovente?
Beatriz foi uma personagem super marcante, com uma carga dramática muito forte. Me aproximou do José Mayer, de quem eu já era admiradora; passei a ficar próxima a ele. Foram meses incríveis de muito aprendizado. O Zé é um lorde, um estudioso. Foi uma riquíssima parceria, assim como foi com o Joaquim Lopes e com a Juliana Boller, aquele grupinho que fazia a nossa família. Muitos vinham elogiar a Beatriz pela coragem e também pela fibra, o que me deixava cada vez mais empolgada, cada vez mais entregue a contar bem a história dela.
Ainda acompanha a produção cultural de Pernambuco?
Tenho o prazer de ver alguns colegas. O Tuca Andrada é um colega que é pernambucano. A Patrícia França também; Fabiana Karla é uma humorista incrível. Além de novos talentos, como Irandhir Santos e o Jesuíta Barbosa. Mônica Feijó, uma cantora fantástica, é minha amiga de adolescência.
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