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Polícia investiga denúncia de abuso sexual em escola de futebol, na Caxangá

A mãe relatou que o caso aconteceu no dia 29 de abril quando ela e a filha foram acompanhar o treino de futebol do filho mais velho que já treinava na escola há dois meses.

Publicado em: 27/05/2024 15:36 | Atualizado em: 27/05/2024 16:04

DPCA investiga caso de abuso sexual ( Foto: Marlon Diego/ArquivoDP)
DPCA investiga caso de abuso sexual ( Foto: Marlon Diego/ArquivoDP)

 
A mãe de uma menina de nove anos denunciou nesta segunda-feira (27) que sua filha foi vítima de abuso sexual pelo professor de uma escolinha de futebol na Caxangá, Zona Oeste do Recife. 
 
Em entrevista à TV Guararapes, a mãe, que não será identificada, relatou que o caso aconteceu no dia 29 de abril quando ela e a filha foram acompanhar o treino de futebol do filho mais velho, de dez anos, que já treinava na escola há dois meses. 
 
A mãe relata que a filha entrou no escritório da escolinha junto do professor para escolher um ursinho de pelúcia de presente quando o abuso aconteceu. Ela ainda afirma que dentro do escritório, há uma sala com centenas de brinquedos e uma cama. 

O boletim de ocorrência foi registrado no dia 30 de abril. A família, agora, aguarda investigação da polícia. 
 
Como aconteceu
 
A mãe conta que, por volta das 19h, a menina se aproximou da porta do escritório do professor e proprietário da escola e foi chamada para escolher um ursinho de pelúcia. 
 
Ao notar que estava sozinha com o professor, a irmã do proprietário entrou na sala e avisou que chamaria a mãe da menina para ajudá-la a escolher o ursinho. Então, a mãe foi até a sala e a ajudou. 
 
Foi quando o suspeito disse que não havia necessidade de “incomodar” a mãe para escolher um brinquedo e que ela poderia voltar para assistir o treino do filho mais velho. 
 
Ela conta que pela porta do escritório ser de frente para o campo, não viu perigo algum por conta do acesso do local. A mãe ainda relata que a filha demorou de cinco a sete minutos com dois ursinhos. 
 
A mãe lembra que a filha estava estranha, mas foi só no dia seguinte, a caminho da escola que a filha contou que sofreu um abuso sexual. 
 
O que a polícia diz
 
Procurada pelo Diario de Pernambuco, a Polícia Civil informou “que o caso segue sob investigação por meio do Departamento de Proteção à Criança e ao Adolescente - DPCA. As diligências especiais seguem em andamento”. 

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