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"As ações do último sábado foram condutas isoladas e não retratam a atuação orientada e praticada pela PM", afirma Antônio de Pádua

Publicado em: 02/06/2021 09:56

 (Foto: Peu Ricardo/DP )
Foto: Peu Ricardo/DP
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recebeu na tarde da terça-feira (1°), o secretário de Defesa Social de Pernambuco, Antônio de Pádua. De acordo com o MPPE, ele foi recebido pelo procurador-geral de Justiça, Paulo Augusto Freitas; o secretário-geral do MPPE, Maviael de Souza; o assessor da Procuradoria-Geral de Justiça, Luís Sávio; o coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa Social e Controle Externo da Atividade Policial, Rinaldo Jorge; pela coordenadora do Centro de Apoio Operacional às Promotorias Criminais (CAOP Criminal),   Ângela Cruz, e pela Ouvidora-Geral,Selma Magda.

O Ministério Público de Pernambuco informou que o secretário falou sobre as apurações iniciais e sobre as decisões tomadas por parte do governo de Pernambuco, que foram adotadas acerca dos fatos relacionados à atuação da Polícia Militar de Pernambuco durante manifestação contra o presidente Jair Bolsonaro ocorrida no último sábado (29), no Centro do Recife.

Ainda segundo o MPPE, o secretário declarou que "as ações do último sábado foram condutas isoladas e que não retratam a atuação costumeiramente orientada e praticada pela Polícia Militar de Pernambuco (PMPE)". 

"O secretário de Defesa Social tomou a iniciativa de nos procurar para fazer esse repasse direto de informações, tendo se colocado à disposição do Ministério Público de Pernambuco para a realização de quaisquer esclarecimentos. De nossa parte, foi demonstrada a necessidade de ser feita uma investigação completa e isenta sobre o grave episódio, com a devida responsabilização dos que agiram à revelia da lei. Estaremos acompanhando de perto todo desencadeamento das investigações e os devidos encaminhamentos", afirmou o procurador-geral de Justiça, Paulo Augusto Freitas.

Apesar do depoimento, o MPPE também não informou quem deu a ordem para a Polícia Militar atirar nos manifestantes. Ainda segundo o procurador-geral, os membros e as equipes do CAOP Criminal e do CAOP de Defesa Social e Controle Externo da Atividade Policial farão o acompanhamento das investigações, além de estarem disponíveis para oferecer suporte aos promotores de justiça naturais.

"Orientamos nossos Centros de Apoio às Promotorias de Justiça a prestarem o acompanhamento das investigações instauradas no âmbito da Corregedoria Geral e dos órgãos operativos da SDS, bem como para darem suporte aos promotores no exercício de suas atribuições", concluiu Paulo Augusto Freitas.

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