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ANÁLISE

Pernambuco divulga análise da última da semana epidemiológica

Publicado em: 08/04/2021 18:41

 (Foto: Paulo Paiva/ Exp.DP
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Foto: Paulo Paiva/ Exp.DP
Durante a coletiva de imprensa online do Governo de Pernambuco, na tarde desta quinta-feira (8), o secretário estadual de Saúde realizou a análise dos indicadores da última Semana Epidemiológica (SE 13), que corresponde ao período de 28/03 a 03/04. De acordo com André Longo, o Estado continua observando uma desaceleração da doença, mas alertou que o cenário ainda é preocupante e que os dados continuam em patamares elevados. 

Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), pela primeira vez desde o final de janeiro, apresentaram queda, com 1.681 casos notificados na semana passada. O número corresponde a uma redução de 2,2% em comparação com a semana anterior, que registrou 1.719 casos – o que aponta para um quadro de estabilidade. Já em relação às solicitações na central de regulação, pela primeira vez neste ano, Pernambuco registra, por duas semanas seguidas, redução nos pedidos por internação em UTI. Houve uma redução de 11% na comparação entre a semana passada (SE 13) a anterior (SE 12), que, por sua vez, já tinha registrado uma redução de 4% em comparação a semana epidemiológica 11 (14 a 20/03).

Na análise da taxa de mortalidade, de acordo com levantamento da Organização PanAmericana da Saúde (OPAs/OMS), nos últimos 30 dias, Pernambuco possui a menor taxa de mortalidade do país nos últimos 30 dias. Em 2020, o Estado teve a 12ª maior taxa do país e no acumulado de 2021, registra a segunda menor taxa. 

“Este indicador é reflexo direto do grande esfordo de abertura de leitos que estamos fazendo, por determinação do governador Paulo Câmara, e também das medidas de isolamento. Ao todo, desde março, já são 1.578 vagas de UTI, das quais 550 abertas em 40 dias. com isso, conseguimos internar um número cada vez maior de pacientes, de forma mais precoce, conseguindo, assim, salvar mais vidas”, analisou André Longo. 

O gestor estadual pondera, no entanto, que, para que os dados se transformem em tendência de queda sustentada, com a consequente diminuição da pressão sobre a rede de saúde, é preciso que a população reforce o distanciamento social, e, principalmente o uso correto da máscara. “É possível conciliar o avanço na retomada das atividades com a redução dos indicadores. Para isso, é preciso que todos tenham consciência e estejam unidos em prol da vida. O seu comportamento ao negar a gravidade do vírus; ao não usar máscara, além de ter um grande potencial de adoecimento para você mesmo, pode levar o sofrimento para quem está ao seu lado. É um comportamento que pode provocar o pior para alguém que você ama. Adões salvam vidas”, salientou o secretário.
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