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Reeducandos reforçam limpeza de equipamentos culturais para visitação de férias

Publicado em: 07/01/2021 15:35 | Atualizado em: 07/01/2021 15:39

 (Foto: Ray Evllyn/ Divulgação)
Foto: Ray Evllyn/ Divulgação
Neste período de férias, os equipamentos culturais estão abertos à visitação respeitando todos os protocolos de prevenção da Covid-19. Para deixar tudo pronto e organizado, museus e espaços de artesanato do Recife e de Olinda contam com o apoio de reeducandos do regime aberto que abraçam a oportunidade de voltar ao mercado de trabalho.

Essa oportunidade é oferecida através de convênio entre o Patronato Penitenciário, órgão da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), e instituições públicas e privadas. "A contratação de mão de obra carcerária contribui diretamente para a redução dos índices de violência. Eles exercem atividades diversas em ruas, praças e nos equipamentos culturais, como os museus, dão apoio significativo para a conservação dos acervos”, destaca Josafá Reis, superintendente do Patronato Penitenciário de Pernambuco.

O Museu do Cais do Sertão, no Bairro do Recife, é um dos locais contemplados. Por lá, três reeducandos, que cumprem o regime aberto, ajudam na limpeza e manutenção do espaço e ainda dão suporte ao trabalho da museóloga. “Eles estão sempre disponíveis, ajudam na infraestrutura para a realização do meu trabalho que é a higienização e o cuidado com aproximadamente 560 peças expostas. Aprovo essa iniciativa”, explica Maria da Conceição Santos Wanderley, supervisora de Museologia do Cais. Para C.A.L. que cumpre o regime aberto há dois anos, a experiência é satisfatória. "Auxilio as pessoas aqui no que precisam, é a primeira vez que trabalho dentro de um museu, é uma experiência muito boa", diz.

Outro espaço que abre as portas para a ressocialização é o Museu de Arte Sacra de Pernambuco, em Olinda, que conta com dois reeducandos na limpeza da área externa; e a Casa da Cultura, no Recife, onde realizam atividade de jardinagem e serviços gerais. Ao todo 32 empresas são parceiras do Patronato Penitenciário e oferecem atividade remunerada a 1.220 pessoas, que cumprem o regime aberto ou livramento condicional no Recife e Região Metropolitana.
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