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CRIME AMBIENTAL

Homem é detido após tentativa de descarte irregular de material de construção, em Olinda

Publicado em: 06/01/2021 10:40

 (Foto: Divulgação/Secretaria de Segurança Urbana de Olinda)
Foto: Divulgação/Secretaria de Segurança Urbana de Olinda
Um homem foi detido e depois liberado, na noite dessa terça-feira (5), após tentar despejar materiais de construção em um terro na rua Beira Rio, no bairro de Aguazinha, Olinda. Ao perceber a movimentação do caminhão carregado, a Guarda Municipal do município (GCM) evitou o descarte irregular dos materiais, e o homem, que não teve a identidade revelada, foi levado à delegacia. A pena para quem comete crime ambiental, é de um a cinco anos de reclusão.

De acordo com a GCM, por volta das 21h, ao perceber a aproximação dos guardas, o motorista que se preparava para o descarte, tentou fugir no veículo, sendo perseguido e posteriormente interceptado. "Ele estava no terreno atrás de uma antiga fábrica de marcas de bebidas, às margens do Canal Lava Tripa. A partir daí, a guarnição acionou a Polícia Militar e também foi levantado que, contra o motorista, havia um registro de tentativa de homicídio", explicou o secretário de Segurança Urbana de Olinda, Antônio Pereira Neto.

Na delegacia, segundo a Guarda Municipal, foi feito um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e o homem foi liberado. O proprietário do caminhão será multado administrativamente pela Secretaria de Infraestrutura de Olinda. Ele também poderá responder por desrespeitar a Lei de Crimes Ambientais. O inciso V do parágrafo 2º da Lei de Crimes Ambientais, por exemplo, diz "ocorrer por lançamento de resíduos sólidos, líquidos ou gasosos, ou detritos, óleos ou substâncias oleosas, em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou regulamentos", pode levar a uma pena de um a cinco anos de reclusão.

"Caso alguém tenha resíduos de construção civil a descartar, é preciso entrar em contato com alguma empresa autorizada a recolher e reaproveitar o material. Esses resíduos quando são recolhidos na rua custam cerca de mil reais por cada tonelada à Prefeitura", alertou Pereira Neto. 
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