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JANEIRO BRANCO

Especialista reforça necessidade dos cuidados com a saúde mental; confira

Publicado em: 13/01/2021 20:01

 (Pixabay / Reprodução)
Pixabay / Reprodução
A campanha do Janeiro Branco visa chamar a atenção da sociedade quanto às questões voltadas para a mente e ao emocional dos indivíduos. O primeiro mês do ano, na maioria dos casos, é um momento de se estabelecer novas metas e objetivos para alcançar seus sonhos ou a tão desejada qualidade de vida. Cuidar do corpo, seja em questões de saúde ou estética, já é um hábito natural na maioria das pessoas. Mas quando o assunto é saúde mental, ainda há muito preconceito envolvido.

Pesquisa do Ministério da Saúde (2020), constatou quadros de ansiedade em 86,5% dos participantes; transtorno de estresse pós-traumático em 45,5% e depressão grave em 16% dos entrevistados. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o quinto país mais depressivo do mundo, além de se destacar no topo do ranking como o mais ansioso.

“A ansiedade é um fenômeno normal e necessário, o problema é quando o medo, a expectativa e a preocupação se prolongam e passam a fazer parte da rotina, tornando-a uma ansiedade patológica, refletindo em diversos aspectos da vida”, afirma o psiquiatra Oscar Gomes Neto. 

Segundo Oscar, assim como o corpo, a mente pede igualmente atenção e cuidados, independente da idade. “O adoecimento emocional acomete pessoas de todas as faixas etárias, gêneros e classes sociais e pode impedir que as pessoas trabalhem e participem da vida em sociedade. Superar o estigma frequentemente associado às doenças da mente levará mais pessoas a receber ajuda profissional de psiquiatras, psicólogos e psicanalistas”, reforça o médico. 


A depressão não deve ser associada às “pessoas frágeis” é um mal que pode incapacitar qualquer pessoa. “A depressão não é mera tristeza. É uma doença psiquiátrica crônica  que produz uma alteração do humor caracterizada pela falta de vitalidade, tristeza profunda, associada a sentimentos de dor, desesperança, baixa autoestima e culpa, assim como distúrbios do sono e do apetite. É como se fosse um buraco negro que parece sugar nossos sonhos, também aumenta o risco de suicídio e o surgimento de outras doenças”, alerta o psiquiatra Oscar Gomes Neto.



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