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EDUCAÇÃO

UFPE ocupa terceiro lugar em pesquisas sobre Inteligência Artificial no Brasil

Publicado em: 18/05/2020 17:59

"A subárea de pesquisa de maior sucesso de IA é Aprendizagem de Máquina", esclarece professora (Glenda Sousa/Arquivo DP Foto.
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"A subárea de pesquisa de maior sucesso de IA é Aprendizagem de Máquina", esclarece professora (Glenda Sousa/Arquivo DP Foto. )
Segundo levantamento do Portal Pesquisa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) é a terceira instituição de ensino superior que mais produz pesquisas em Inteligência Artificial (IA) no Brasil. O relatório divulgado reúne dados desde 2010, apontando números acumulados entre 2014 e 2018.

Ao todo, a UFPE produziu no período o toral de 394 artigos sobre o assunto, um a menos que a Universidade de Campinas-SP (Unicamp) a Universidade de São Paulo (USP) lidera o ranking, com 860 publicações. Ainda de acordo com o estudo, o Brasil é o 12º país do mundo no quesito, com o total de 1.236 artigos. A Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) é a 19ª da lista, com 114 artigos.

Segundo a pesquisadora líder do grupo de Inteligência Artificial do Centro de Informática da UFPE (CIn), professora Teresa Ludermir, o resultado é fruto do trabalho do mais antigo grupo de pesquisa do país na área, tendo iniciado suas atividades em meados da década de 1970, e que hoje conta com mais de 20 professores, sendo dez bolsistas da área de Inteligência Artificial.

Entre os principais artigos, a professora Teresa aponta os 'Narizes Artificiais (ou eletrônicos)' que utilizam redes neurais para detecção e reconhecimento de gases tóxicos, classificação de safras de vinhos, qualidade dos vinhos, detecção de fungos em UTIs e reconhecimentos de padrões em geral."A subárea de pesquisa de maior sucesso de IA é Aprendizagem de Máquina", esclarece a professora.

O grupo do Centro de Informática que atua em IA desenvolve pesquisa teórica e aplicada e formou aproximadamente 450 mestres e 120 doutores, e já obteve financiamento para projetos por agências de fomento nacionais e internacionais. O grupo de pesquisa iniciou-se a partir da volta do professor Clylton Fernandes (aposentado) do doutorado na Inglaterra na área de Redes Neurais Artificiais. No começo da década de 90 o grupo tornou-se muito ativo com o retorno do doutorado de vários dos orientados de mestrado do professor Clylton.
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