Vida Urbana
Carnaval 2020
Rei e rainha do Baile da Pessoa Idosa do Recife são coroados
Publicado: 04/02/2020 às 17:44
/Foto: Tarciso Augusto/Esp. DP
Avaliados nos quesitos postura, simpatia, elegância, criatividade, dança e empolgação, Frederico Batista, 68 anos, e Maria de Fátima dos Santos, 63, foram eleitos, na tarde desta terça-feira (4), rei e rainha do Baile da Pessoa Idosa do Recife. O primeiro compromisso dos escolhidos será na 19ª edição do baile, organizado pela Secretaria de Desenvolvimento Social, Juventude, Políticas sobre Drogas e Direitos Humanos do Recife, que acontecerá no dia 18 de fevereiro, no Classic Hall.A disputa, que teve 27 concorrentes, aconteceu no Clube das Pás, em Campo Grande, Zona Norte do Recife. O cargo de rainha foi o mais disputado, com 19 candidatas com idades entre 61 e 94 anos. Para o título de rei, concorreram oito homens com idades entre 60 e 75 anos. Cada candidato realizou a apresentação em 40 segundos. Os dois vencedores foram premiados com R$ 4 mil cada e vão desfilar e receber os convidados no 19º Baile Municipal da Pessoa Idosa do Recife.
Os participantes foram avaliados por quatro jurados: o maestro Edson Rodrigues, um dos homenageados do Carnaval 2020 do Recife; a psicóloga Magali Marino; a rainha do Carnaval 2019 do Recife, Fia Cachinhos, e o rei do Carnaval 2019 do Recife, Henrique Marinho. "Estou feliz e emocionado por representar os idosos na maior festa popular da cidade", disse o rei. "É uma sensação maravilhosa. A comemoração será com muito frevo", completou a rainha. Eles receberam as coroas da realeza eleita em 2019, Severino Correia e Irinita Dias.
Para concorrer na 11ª edição do concurso que elege rei e rainha da Pessoa Idosa do Recife, os candidatos precisavam atender a critérios como ter 60 anos ou mais, morar no Recife e participar de grupos de convivência de idosos, Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPI), entidades voltadas para a temática da pessoa idosa ou agremiações carnavalescas da cidade. O candidato eleito rei estava representando o Bloco de Samba Anarquistas Bole Bole. Já a rainha representou o Bloco Lírico Flores do Capibaribe.
A secretária-executiva de Direitos Humanos do Recife, Elizabeth Godinho, ressaltou que o Recife tem mais de 150 grupos de convivência de idosos. Estima-se que a capital pernambucana tenha 200 mil pessoas com 60 anos ou mais. "O carnaval do Recife tem a marca de ser inclusivo e pensar em públicos de todas as idades e de todas as regiões da cidade. O acesso ao lazer é muito importante", afirmou.
Com frevo no pé e muita animação, o público que acompanhou o concurso mostrou que não existe idade para brincar carnaval. A costureira Maria da Paz Silva, 71 anos, foi ao Clube das Pás para torcer e dançar frevo ao som ao vivo da Orquestra oficial do Clube das Pás, com o maestro Ernâni. "O concurso e o baile (da Pessoa Idosa) são sempre muito animados", disse, fantasiada de pirata.
Os participantes foram avaliados por quatro jurados: o maestro Edson Rodrigues, um dos homenageados do Carnaval 2020 do Recife; a psicóloga Magali Marino; a rainha do Carnaval 2019 do Recife, Fia Cachinhos, e o rei do Carnaval 2019 do Recife, Henrique Marinho. "Estou feliz e emocionado por representar os idosos na maior festa popular da cidade", disse o rei. "É uma sensação maravilhosa. A comemoração será com muito frevo", completou a rainha. Eles receberam as coroas da realeza eleita em 2019, Severino Correia e Irinita Dias.
Para concorrer na 11ª edição do concurso que elege rei e rainha da Pessoa Idosa do Recife, os candidatos precisavam atender a critérios como ter 60 anos ou mais, morar no Recife e participar de grupos de convivência de idosos, Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPI), entidades voltadas para a temática da pessoa idosa ou agremiações carnavalescas da cidade. O candidato eleito rei estava representando o Bloco de Samba Anarquistas Bole Bole. Já a rainha representou o Bloco Lírico Flores do Capibaribe.A secretária-executiva de Direitos Humanos do Recife, Elizabeth Godinho, ressaltou que o Recife tem mais de 150 grupos de convivência de idosos. Estima-se que a capital pernambucana tenha 200 mil pessoas com 60 anos ou mais. "O carnaval do Recife tem a marca de ser inclusivo e pensar em públicos de todas as idades e de todas as regiões da cidade. O acesso ao lazer é muito importante", afirmou.
Com frevo no pé e muita animação, o público que acompanhou o concurso mostrou que não existe idade para brincar carnaval. A costureira Maria da Paz Silva, 71 anos, foi ao Clube das Pás para torcer e dançar frevo ao som ao vivo da Orquestra oficial do Clube das Pás, com o maestro Ernâni. "O concurso e o baile (da Pessoa Idosa) são sempre muito animados", disse, fantasiada de pirata.
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