Violência Pai e filho são presos com histórico de latrocínio

Por: Diario de Pernambuco

Publicado em: 14/08/2019 12:44 Atualizado em:

Foto: Mariana Fabrício/DP Foto. (Foto: Mariana Fabrício/DP Foto.)
Foto: Mariana Fabrício/DP Foto.
Nesta terça-feira (13) policiais do 26° Batalhão da Polícia Militar receberam uma denúncia detalhada do local onde estava escondido o suspeito pela prática de um latrocínio ocorrido no último domingo (11), em Igarassu. Bruno Carlos Ferreira da Silva, de 23 anos foi encontrado em uma casa na rua São Paulo, também em Igarassu. Ao chegar na localidade, a polícia encontrou ainda o pai dele, Carlos Arruda Cabral, foragido desde o ano de 2011. Pai e filho foram encaminhados para o Centro de Observação e Triagem Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, no Grande Recife.

O crime que levou a Polícia a procurar Bruno Ferreira, conhecido como "Mago", foi o assalto e homicídio de Augusto Bezerra Silva, 24, no bairro de Cruz de Rebouças, em Igarassu. A vítima estava acompanhada de sua noiva, quando foi abordado por Bruno, por volta das 20h30. Moradores da rua em que ocorreu a investida criminosa filmaram a ação e compartilharam através do WhatsApp. A Polícia Militar recebeu as imagens e acionou o Núcleo de Inteligência e a Ronda Ostensiva Especializada para a rua São Paulo, no bairro de Bonfim II, em Igarassu.

Além de Bruno, o pai dele, Carlos, também foi preso e era alvo prioritário de buscas da Polícia porque já havia sido condenado por latrocínio nos anos de 1988 e 2005 e porte ilegal de arma de fogo, em 2006. No mês de setembro de 2011, Carlos Cabral saiu da prisão e rompeu a tornozeleira eletrônica, estando foragido desde então. Os dois prestaram depoimento na 8° Delegacia de Homicídios.

Em depoimento, Bruno Ferreira negou estar com os pertences roubados das vítimas do assalto e contou a polícia que cometeu o crime para pagar uma dívida de R$ 470 que tinha com um traficante da região, que havia cedido a arma. "Já tínhamos ouvido testemunhas do crime. Ele foi reconhecido pela noiva da vítima, testemunha ocular. Todo o depoimento dele se coaduna com o dela", disse o delegado Ricardo Silveira, 8º Delegacia de Homicídios.


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